The Dark Room Adventures


O colunista e ativista Allan Johan, 26, nascido em Macaé – RJ e radicado em Curitiba – PR, idealizador da Revista Lado A, lança mais uma série de cartoons GLS na internet. Antes, a série ‘PinkZóide’ criava com espermatozóides coloridos cenas típicas do universo gay e dos conflitos com a heteronormatividade. Agora, a Sala Escura traz diálogos politicamente incorretos e busca humor em um local obscuro.

Os Dark Rooms são salas escuras comuns em saunas e boates gays. Criticadas por muitos, são locais onde as pessoas que buscam sexo fácil encontram outras pessoas dispostas a praticar sexo casual.

Estas salas são completamente escuras e trazem um odor forte de sexo. Querendo ou não, elas fazem parte do universo gay. Em tempos de discussão do uso do preservativo e em torno do casamento gay, estas caixas do prazer atraem adeptos e criam um universo à parte. Existe um certo preconceito dentro do meio e os adeptos comumente não assumem que freqüentam o local. Por ser totalmente escuro, eles então se sentem protegidos do preconceito dentro da própria comunidade gay. É um grande armário, sem portas.

Allan Johan coordenou entre 2001 e 2003 com o projeto de prevenção para jovens homossexuais Laços de Comunidade, do Grupo Dignidade, em Curitiba. Nesse período, levava, com uma equipe, preservativos e materiais educativos sobre dst e aids em diversos locais como cinemões, saunas, boates e bares. Chamadas de blitzes, essas ações proporcionaram o testemunho de diversas cenas em darkrooms.

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Comentários

Olá! Achei muito interessante o tema! De certa forma, como isso faz parte de um mundo nosso, é importante desvencilhar nossos próprios preconceitos e saber o que se passa em nosso íntimo. Olhar o darkroom de forma diferente também é olhar para dentro de nós mesmos, nossos desejos escondidos, nossos preconceitos não assumidos.

desculpe, mas essas charges não fazem parte do MEU mundo... não é porque sou gay que não valorizo minha vida e dignidade...

Muito bom! Nem todos são usuários deste serviços, mas é ótima a sacada. Já usei, gostava e sei bem como rolavam essas coisas. (Risos)

Olá! Achei muito interessante o tema! De certa forma, como isso faz parte de um mundo nosso, é importante desvencilhar nossos próprios preconceitos e saber o que se passa em nosso íntimo. Olhar o darkroom de forma diferente também é olhar para dentro de nós mesmos, nossos desejos escondidos, nossos preconceitos não assumidos.

desculpe, mas essas charges não fazem parte do MEU mundo... não é porque sou gay que não valorizo minha vida e dignidade...

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