No motel com a colega de escritório (L)

Cíntia era uma advogada que havia saído de um pequeno escritório há pouco tempo, entrara nesse novo escritório por indicação de uma colega. A estrutura era um pouco maior, e havia uma possibilidade de expansão, embora eles trabalhassem numa área que ela não gostava muito, a tributária.

Primeira reunião de advogados associados e ela nota a presença de uma mulher que ela já havia encontrado antes, já havia sido apresentada a ela inclusive. Terminada a reunião, ambas se dirigem ao café. Cíntia põe o cigarro na boca. Rápida e gentilmente Rosana estende o isqueiro para acendê-lo. A maioria dos advogados presentes à reunião iria sair para encontrar alguns clientes, em reuniões pré-agendadas. Como era nova no escritório, não tinha nada marcado. Cíntia pergunta a Rosana, aonde ela vai, numa tentativa de puxar assunto. Rosana a mede milimetricamente, olhos profundos e responde: “posso ir ao motel com você agora!”.

As palavras motel e agora destoavam totalmente do ambiente em que estavam naquele momento. Mulher magra, cabelos curtos avermelhados, bem vestida, com lábios carnudos que a convidavam para um beijo. Não teve dúvidas e aceitou o convite. Combinaram de pegar as bolsas e se encontrarem no estacionamento. Assim Cíntia fez. Foi até sua sala, aproveitou para ir ao lavabo e fazer um make up rápido. No trajeto foram falando banalidades, sobre o trânsito e as dificuldades encontradas no dia a dia.

Chegam ao motel. Ela escolheu um dos melhores da cidade. Pede também uma ótima suíte e solicita champagne. Cíntia percebe o quanto Rosana está tentando impressionar. Não precisava. Cíntia é uma mulher completamente resolvida. Aceitou o convite porque estava a fim de transar e pronto. Na verdade, ela estava mesmo até dispensando os galanteios. Entram no quarto. Cíntia sentiu que elas teriam química por isso aceitou o convite. O beijo era bom, a boca de Rosana era quente e macia.

Rosana começou a abrir a camisa de Cíntia, desceu a boca por seu pescoço, continuou beijando entre seus seios, e finalmente chega à ponta dos mamilos, prende-o entre os dentes numa mordiscada indolor, mas prazerosa. Rosana pega uma taça de champagne e derrama sobre o abdômen de Cíntia e passa a bebê-lo em seu umbigo. Cíntia nem percebe, mas já está nua, e enquanto Rosana a beija também se despe. A boca de Rosana desce para as coxas de Cíntia. Nelas Rosana se demora. Passa seus lábios pela parte interna das coxas de Cíntia para em seguida passar sua língua quente bem próximo à virilha, quando Cíntia não está mais agüentando e solta um gemido. Cíntia estava queimando de tesão. Seu clitóris intumescido e quente pede para ser beijado também. Rosana começa a beijá-lo. Cíntia sente a língua de Rosana penetrando seu corpo. Os lábios de Rosana e sua língua fazem movimentos harmoniosos no corpo de Cíntia que geme de excitação. Rosana beija o clitóris de Cíntia quase que a engolindo, para finalmente penetrá-la com sua mão delicada e macia. Rosana tem mãos maravilhosas e nesse momento entra e sai do corpo de Cíntia num movimento delicado e delirante de prazer. Em seguida dá estocadas profundas e rápidas sem jamais esquecer a delicadeza com a aquela bela mulher que Cíntia é.

Cíntia sente os movimentos diminuírem novamente para em seguida não suportar mais segurar tanto prazer e gozar, um prazer que tomou conta de todo seu corpo, suas pernas tremiam. Ela pede que Rosana permaneça lá dentro, quietinha, para que ela possa sentir até o fim aquela maravilhosa sensação. Rosana então começa a se afastar lentamente de Cíntia, e traz sua vagina quente e úmida até a boca da parceira. Cíntia lambe e chupa Rosana, enquanto ela geme alto. Os seios pequenos e firmes estão ao alcance de Cíntia que os sente preencher suas mãos. Ela pega nos quadris de Rosana e faz com que ela fique de quatro e assim coloca seus dedos dentro de Rosana. Lentamente Cíntia sente a vagina quente, cheia de tesão de Rosana. Cíntia faz fundo e forte e Rosana goza num grito. As duas sentem os corpos tremerem de tanto prazer que deram uma a outra. Neste instante, parecendo velhas conhecidas se vestem, dividem as despesas e rumam para o escritório. Ainda tem pela frente um dia de trabalho. Mas certamente será bem melhor!

Mande sua história para: contato@revistaladoa.com.br que nossa escritora irá reescrevê-la.



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