A VIDA e a morte

Como vivemos e aproveitamos nossa vida? Há pouco, perdi uma pessoa da máxima importância em minha vida, parecia um sonho ruim, um vazio tomou conta de mim, como se nada mais tivesse importância.

Pensava: para que me preocupar com coisas triviais, simples, como brigas, discussões, contas... Se existe algo tão importante e definitivo quanto a morte, que de uma hora para outra acaba com tudo, com uma existência de lutas e batalhas para chegar a um ideal, que as vezes nem foi alcançado. Progresso, evolução e, de repente, chega a “nossa hora”. Desaparecemos desse mundo, viramos lembranças, quando viramos.

Mas como tudo nessa vira é consertado pelo TEMPO (o santo remédio), aos poucos, estou me conscientizando que devemos seguir em frente, viver com intensidade e sabedoria a vida, que é uma dádiva que recebemos e devemos saber usufruir. Devemos viver fazendo o bem, dando desde um sorriso, uma palavra amiga, até ajuda material, financeira, pois isso só nos fará bem. Devemos deixar para trás sentimentos egoístas, mesquinhos, rancores que causam doenças e aceleram a nossa ida. Assim como ingestão de drogas e a violência que nos aproxima da morte mais rapidamente. Reclamamos que a vida é curta, e tomamos atitudes para abreviá-la, é um contra-senso.

Devemos em nosso dia a dia fazer tudo com amor, com vontade, sermos mais compreensivos, perceber as pessoas ao nosso lado, ver e dar importância a elas, pois só percebemos isso na totalidade, quando elas se vão. Devemos procurar entender a todos. E temos que viver nossa vida sem tanta rigidez, regras intermináveis, apenas seguir o bom senso.

Fazer nossas obrigações, mas também aproveitar e aproveitar muito, as companhias, os momentos, viajar muito, porque desse mundo nada se leva, mas deixaremos marcas e lembranças  de acordo como escrevemos nossa trajetória.

 




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“Quando Deus tira algo de você, Ele não está punindo-o, mas apenas abrindo suas mãos para receber algo melhor”. Beijos querida Raquel

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