Brokeback Mountain vira peça de teatro no Brasil; Globais interpretam gays em Como Esquecer e Madonna lavando pratos

Peça teatral adaptada do filme Brokeback Mountain é lançada no Brasil
Após cinco anos do grande sucesso das telonas, o filme Brokeback Mountain, adaptado de um conto da escritora Annie Proulx e dirigido por Ang Lee, a história ganha uma versão teatral encenada nos palcos brasileiros. A peça se chama “Aboio – Um conto de amor”, escrita e dirigida por Mauricio Lancastree.

A história conta a complicada relação de amor que acontece às escondidas por vinte anos entre dois vaqueiros brasileiros do interior do Brasil. O conto se passa num fim de tarde, com fogueira e um clima romântico que passa para o drama em poucos minutos de encenação. Um dos vaqueiros, cansado de seu casamento heterossexual, indaga o companheiro a tomarem uma atitude em relação aos dois. A partir daí a história ganha proporções mais emotivas.

A peça protagonizada pelos atores Gherardo Geep e M. Stipp estréia em São Paulo no dia 15 de agosto. É esperar para ver.


Murilo Rosa, Ana Paula Arósio e Natália Lage vivem homossexuais no cinema
Os atores Murilo Rosa, Ana Paula Arósio e Natália Lage interpretam seus primeiros personagens assumidamente gays no cinema. O longa-metragem intitulado “Como Esquecer”, dirigido por Malu de Martino, é adaptado do livro “Como Esquecer – Anotações quase inglesas”, de Myriam Campello.

A história narra abertamente a vida de três jovens homossexuais que ainda sofrem por amores do passado. Ainda que possa parecer um tabu haver histórias gays tratadas de forma tão natural nos cinemas brasileiros, a diretora a afirma que a intenção é tentar trazer essas pessoas para o convívio comum, tirando-as de seus grupos fechados e congregações. O que, de fato, acarreta em marginalização.

Particularmente, eu nunca havia pensado por esse lado. Agora analisando, bem que eu acho relevante dizer que se os gays se unirem ao ponto de criarem uma comunidade própria tão densa e tão característica, isso pode, sim, resultar e manter a marginalização já existente de muitos gays em relação à sociedade. A diferença é que essa distinção de comunidades será bem mais evidente. Ou seja, o branco no preto, lado a lado, mas nunca cinza. Creio que seja algo a se pensar.


E a Madonna teve de lavar pratos?!
Exatamente, a Madonna teve de lavar pratos! Claro! O que alguns milhões a mais na conta, que já está estourando de tanto dinheiro, não faz? A cantora encarnou uma dona de casa para a campanha da grife italiana Dolce & Gabbana. Na sessão fotográfica, Madge passeia pelas ruas acompanhada de um rapaz, está em casa se divertindo e até de cara feia para a “avó”.

O conceito da produção das fotografias foi inspirado no próprio conceito da criação das peças para a coleção outono-inverno 2011 da famosa grife. Stefano Gabbana, ex-companheiro e ainda sócio de Domenico Dolce, disse que a ideia foi mostrar que a beleza vem de dentro e é natural do ser humano. Pois é, mas voltando aos pratos... Acho que Madonna já não fazia isso há uns 30 anos. Gosh!




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