Sexo na balada: quem nunca fez?

Na semana passada, o site da revista Lado A perguntou aos seus internautas quem já havia feito sexo em uma balada. Tara ou oportunismo, o fato é que mais da metade já chegaram nos finalmentes com o parceiro em uma festa.

Impressionantes 68% afirmaram que já transaram dentro de uma casa noturna, e isso inclui sexo (de todas as formas) em dark rooms, banheiro, corredores, esconderijos ou mesmo na pista. Até 2008, a boate Cats, de Curitiba, tinha um famoso vão atrás das caixas de som que era sempre ocupado por casais, a ponto de um segurança ser deslocado para evitar o uso do espaço.

21% disseram que nunca transaram em uma balada, enquanto 11% ficaram no quase, ou seja, vontade era o que não faltava. Como boa parte não está disposta a ir a um motel ou mesmo para casa, muitos baladeiros ainda apelam para o sexo casual nas baladas. Infelizmente, este hábito, comum nas casas que não proíbem a entrada de mais de uma pessoa nos banheiros, aumenta as filas e cria caos. A prática do sexo no banheiro de baladas é comum em algumas casas gays, mas não é exclusividade do mundo homo, sabe-se que nas baladas hétero os casais, e até gays, também fazem sexo por lá.

Além de um ambiente não propício, muitos se esquecem do uso do preservativo. Com o uso de drogas recreativas e bebidas alcoólicas, sexo na balada pode significar risco, se não for feito com proteção. Como não estamos aqui para julgar ninguém, o recado é usar o preservativo e, por favor, seja rápido se estiver ocupando um banheiro, afinal, tem gente do lado de fora esperando.

 

 

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Comentários

Ótima conclusão. Tive uma péssima experiência ao transar na balada. O tesão era grande e a bebedeira também, fui no box com um colega e transamos. Não me lembro se usei camisinha, fiquei doente e fui fazer o teste HIV para eliminar a suspeita. Graças que o teste deu negativo, serviu de lição. Transar em balada não é seguro! Alguns lugares da Europa é proibido espaços como dark-rooms por medidas de profilaxia de DSTs e AIDS. Eu concordo. Sexo agora só com responsabilidade e no lugar certo. Nossa saúde e nossa vida agradecem!

Alem de não ser seguro ( apesar que hoje em dia principalmente aqui em Curitiba) em lugar nenhum com estranhos e achando que apenas com camisinha estará protegido sem outros cuidados, pois qualquer pessoa mais instruida sabe que isso não é suficiente apenas, a atitude de fazer sexo em balada é uma coisa de muita vulgaridade.. é esse tipo de dignidade que os militantes lutam? que coisa né.. deveriam cuidar do comportamento que está cada vez mais promiscuo e descontrolado.. antes de exigir direitos...por isso que o movimento não sai do lugar.. esse tipo de coisa que me mantem alegremente no armario, e que gera o preconceito.. e como podem ver dos proprios gays..

Ótima conclusão. Tive uma péssima experiência ao transar na balada. O tesão era grande e a bebedeira também, fui no box com um colega e transamos. Não me lembro se usei camisinha, fiquei doente e fui fazer o teste HIV para eliminar a suspeita. Graças que o teste deu negativo, serviu de lição. Transar em balada não é seguro! Alguns lugares da Europa é proibido espaços como dark-rooms por medidas de profilaxia de DSTs e AIDS. Eu concordo. Sexo agora só com responsabilidade e no lugar certo. Nossa saúde e nossa vida agradecem!

Alem de não ser seguro ( apesar que hoje em dia principalmente aqui em Curitiba) em lugar nenhum com estranhos e achando que apenas com camisinha estará protegido sem outros cuidados, pois qualquer pessoa mais instruida sabe que isso não é suficiente apenas, a atitude de fazer sexo em balada é uma coisa de muita vulgaridade.. é esse tipo de dignidade que os militantes lutam? que coisa né.. deveriam cuidar do comportamento que está cada vez mais promiscuo e descontrolado.. antes de exigir direitos...por isso que o movimento não sai do lugar.. esse tipo de coisa que me mantem alegremente no armario, e que gera o preconceito.. e como podem ver dos proprios gays..

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