Encontros e desencontros (Parte I)

Por Raquel Gomes
 
Há tempos venho tendo conhecimento de alguns desencontros, separações de casais de amigos, que já conviviam em média há sete anos. Casais homossexuais que juravam que ficariam para sempre juntos. Mas parece que as uniões hoje em dia possuem "tempo de validade".
 
Os casais ainda ficam juntos mesmo tendo consciência de que o relacionamento poderia acabar de uma hora para outra. Há uma falta de comprometimento que está tornando "vulgar, frívolas e descartáveis" as uniões. Como se os sentimentos não valessem mais nada, e as pessoas estivessem se tornando "robóticas". Para elas tanto faz, pois não se entregam por completo, por medo, e são egoístas demais para serem "leais"com seu companheiro (a).
 
Vejo jovens que se conhecem em festas e, sob efeito de álcool ou até mesmo de entorpecentes, dizem "eu te amo" ao parceiro que conheceram há cinco minutos. Tudo sob o instinto animal, para apanhar a presa e abatê-la, sem sentimento algum, por puro prazer da conquista.
 
E a união sólida entre homossexuais fica em descrença. Sobre isso, meninos e meninas comentam o assunto, procurando uma salvação, uma solução, um final feliz. E estes jovens precisam do apoio familiar quando fatos inesperados acontecem.

O término de um namoro ou uma decepção amorosa pode levar à depressão, empurrando as pessoas mais frágeis emocionalmente a se tornarem dependentes de medicamentos, álcool ou drogas. Elas podem se tornar promíscuas, tudo porque perderam o "foco" e não acreditarem que possam mais encontrar o amor.
 



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O amor e as drogas tem efeito

O amor e as drogas tem efeito igualmente avassalador. O primeiro porém constrói e o segundo apenas destrói. Eu mesmo sofri muito por amor, mas aprendi a não ter medo de amar a pessoa certa. Acredito que o segredo seja essa, procurar mais e ser mais exigente, antes de abrir seu coração.

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