Bill Santos, do Autorama para Brasília, militante quer ser deputado federal por SP

Eu sou Bill Santos, ativista dos direitos humanos e defendo uma sociedade que respeite os direitos fundamentais e individuais de populações socialmente marginalizadas, sobretudo LGBTs, mulheres, indígenas, pessoas com alguma deficiência, negras e negros. 

Participei de lutas importantes para garantia de espaços públicos de sociabilidade LGBT como na luta pelo o “autorama” no Ibirapuera onde vendia pizzas. Também fui à luta nos atos em São Paulo contra Feliciano na Comissão de Direitos Humanos. Junto com Jean Wyllys, quero ocupar a política para reinventá-la, dando voz a todas e todos os que são historicamente oprimidos, respeitando nossa diversidade cultural e identitária e combatendo o fundamentalismo religioso, defendo um Estado Laico. Acredito que as LGBTs só avançarão em seus direitos se ocuparem a política e se tornarem sujeitos de suas histórias, rumo a uma sociedade mais justa e igualitária.
 
Defendo a criminalização da homofobia e da transfobia e a criação do Kit Escola Sem Homofobia e Transfobia, para ensinar o respeito à orientação sexual e à identidade de gênero desde a escola. Vou lutar para aprovar a Lei João W. Nery de identidade de gênero, que garante direitos básicos das pessoas transexuais, como o direito ao nome social e à cirurgia de readequação de gênero sem que seja preciso o atestado psicológico, porque quem tem mais condições de dizer se é ou não transexual é a própria pessoa, não um psicólogo. Além disso, quero transformar o casamento civil igualitário em lei. Por enquanto, ele só está garantido por uma decisão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), mas quero que as famílias LGBT estejam mais protegidas com uma lei que garanta seus direitos.
 
A defesa do Estado laico também é minha prioridade. O avanço da bancada fundamentalista no Congresso põe essa característica em xeque quando se baseia na religião particular de alguns parlamentares para legislar sobre os direitos de toda a população. É preciso acabar com a isenção de impostos das igrejas e proibir os símbolos religiosos nas casas parlamentares, além de proibir a festa de pedir voto em nome de Deus. Defendo também o direito das mulheres de decidir sobre o próprio corpo, com a legalização do aborto, o aumento de vagas em creches e o fim da guerra às drogas. A legalização da maconha é uma discussão que tem que ser encarada sem preconceito, colocando a maconha no mesmo patamar que o cigarro e o álcool e combatendo essa política de criminalização da pobreza.
 
Eu sei que muitas pessoas estão desiludidas com a política, mas precisamos ter esperança. Vemos nossos direitos serem usados como moeda de troca por muitos políticos, a bancada fundamentalista se fortalecer e candidatos à presidência se curvarem aos pastores em troca de votos. Por isso, temos que fazer uma bancada LGBT na Câmara dos Deputados. Hoje, o Jean Wyllys é o único deputado federal que nos representa, mas, se nós nos unirmos, podemos eleger muitos outros e conquistar muito mais direitos.
 
#SeEnvolve Bill 5019 Deputado Federal por São Paulo.
Bill Santos
 

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