Caso de lésbica morta a facadas em Maringá aguarda perícia

O caso da Dayane Ramos Santos, 21 anos, encontrada morta na manhã de domingo do dia 30 de novembro, em Maringá, segue em investigação pela Delegacia de Homicídios da cidade. A Lado A conversou com o delegado responsável para elucidar o crime, Dr. José Nunes Furtado, que informou que as investigações seguem aguardando a perícia e ouvindo pessoas que estiveram com a vítima no dia do assassinato. Para ele, ainda é cedo para apontar motivação do crime e suspeitos, mas as investigações devem em breve ter desdobramentos, depois do laudo da polícia técnica.

A moça lésbica que vivia com sua companheira em Marialva, região metropolitana de Maringá, estava na cidade para visitar os pais. Ela teria saído com amigos que disseram que ela se despediu deles antes de ser encontrada morta em uma estrada em local ermo, entre o Bairro Aclimação e Parque da Gávea. Dayane foi encontrada com cortes do pescoço e na coxa, e sua bermuda estava abaixada. Seus pertences não foram levados pelos assassinos. Exames preliminares descartariam a violência sexual, o que será confirmado pelo laudo do IML na próxima semana.

Oito pessoas foram ouvidas pela polícia que agora apura a veracidade dos depoimentos.  A comunidade LGBT local apontou que o crime poderia ter sido por homofobia e realizou um protesto na cidade no último final de semana. Mesmo assim, a polícia não destaca outras diversas motivações paa o crime. Para o delegado Furtado, a investigação segue e diversos boatos na cidade acabam atrapalhando o trabalho da polícia. Ele negou ainda que teria informado a um veículo local que trabalharia com a hipótese de um dos amigos ter sido rejeitado sexualmente pela jovem horas antes do crime.

 
 

Categoria: 

Tags: 




Comentar

Conteúdo relacionado