Após Orlando, OEA se une contra a homofobia e promete ser mais direta na defesa dos LGBT

A Organização dos Estados Americanos (OEA), que reúne Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México e Uruguai, anunciou na semana passada que irá atuar junto aos seus membros para combater a homofobia. Há alguns anos a instituição reporta as violações aos direitos LGBT no continente e decidiu assumir a linha de frente perante a homofobia como resposta ao atentado de Orlando. O anúncio deste reforço foi oficializado na 46ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral da OEA, em São Domingos, na República Dominicana.
 
O objetivo da aliança internacional é assegurar que pessoas que vivem ou se sentem LGBT tenham o direito a uma vida sem violência e discriminação baseadas em orientação sexual, identidade ou expressão de gênero. A OEA resolveu publicamente condenar todas as formas de discriminação e violência contra LGBTs mais uma vez mas agora irá exigir que seus países membros acabem com as barreiras jurídicas que promovem a discriminação, adotando medidas contra o preconceito social. A OEA quer mais estudos sobre o tema e reforço contra a homofobia, com a adoção de leis e apoio a iniciativas práticas, este são alguns dos caminhos indicados pelo grupo que passa a se reunir para debater o tema em um grupo de trabalho especial.

 

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