Dois filmes que vão dar o que falar: "Discreet" e "Call me by your name"

O Festival Internacional de Cinema de Berlim, também conhecido por Berlinale, de 2017 já é considerado o mais queer da história, ao trazer títulos que mexem com a diversidade de uma maneira sensível e bem real. “Call me by your name” surgiu de forma arrebatadora e está conquistando os críticos da cidade. Com distribuição garantida no Brasil pela Sony, ele promete muito ao lado de “Discreet”, que aborda as relações de homens brancos e negros dentro do armário em um Texas conservador.
 
“Call me by your name” fala sobre o momento de passagem onde o desejo e a descoberta proporcionam aos jovens um desejo de tocar e sentir o outro do mesmo sexo. O roteiro é sexy e elegante e conta, na primeira parte, a história de um garoto de 17 anos que conhece um professor de 25 anos, culto e elegante. Ali, ele tem a sua primeira conexão e relação com o desejo e o prazer. Confira o trailer:

 


 
 
“Discreet” é mais rústico, não tem todo o encanto do primeiro, mas conquista pela crítica política ao conservadorismo americano, principalmente o Texano. Ele aborda a relação entre homens machistas e preconceituosos que vivem dentro do armário. “Discreet” faz alusão ao termo “discreto”, usado na cena homossexual para se referir a homens não assumidos, que não querem chamar a atenção. O filme critica a força ganhada no governo Trump pelo racismo e pelo preconceito contra homens que se relacionam com homens. O filme é de Travis Mathews. Confira o teaser lançado no Festival de Berlim:


 


 
 
A gente não pode deixar de assistir, né?
 

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