Moradores de cidade do interior do Paraná querem solução para morte de cabeleireiro

O cabeleireiro Lineu Chicocki, 28 anos, desapareceu na madrugada de domingo, 26 de fevereiro, e seu corpo foi encontrado no dia 1º de março, carbonizado dentro de um carro queimado e abandonado em uma lavoura da sua cidade, Santa Izabel do Oeste, no interior do Paraná. Amigos e moradores da região pedem pelas redes sociais que os investigadores encontrem os responsáveis e punam o crime que tem fortes indícios de homofobia segundo seus amigos.

"Achamos que pode ter sido por homofobia porque ele não tinha inimigos, era uma pessoa do bem, trabalhava de cabeleireiro em seu próprio negócio. E onde moramos há muito preconceito e ele era uma pessoa que não tinha vergonha de ser o que era, entende, de assumir sua sexualidade. Muitos aqui o repudiavam por isso", declarou uma amiga para a Lado A.
 
A polícia decretou prisão preventiva de dois jovens de 20 anos no início do mês, suspeitos do crime. A prisão preventiva pode durar até 30 dias e ser renovada pra mais 30 dias, mas um dos suspeitos já foi liberado por ordem judicial. A investigação começou quando, depois do desaparecimento do cabeleireiro na madrugada do dia 26, alguns documentos dele foram encontrados na rodovia da cidade no dia seguinte. Os jovens presos afirmaram que estiveram, sim, com Lineu na noite do desaparecimento, em uma boate da cidade, mas que não são os responsáveis pelo crime.
 
No último sábado, 15, familiares e amigos se reuniram em um protesto na cidade, pedindo a solução do caso e justiça pela morte do jovem. A passeata reuniu pessoas com cartazes que exigiam respostas e respeito pelas pessoas. Os investigadores prosseguem sem revelar detalhes sobre o caso. 
 
O cabeleireiro Lineu Chicocki, 28 anos, desapareceu na madrugada de domingo, 26 de fevereiro, seu corpo foi encontrado no dia 1º de março, carbonizado dentro de um carro queimado e abandonado em uma lavoura da sua cidade, Santa Izabel do Oeste, no interior do Paraná. Amigos e moradores da região pedem pelas redes sociais que os investigadores encontrem os responsáveis e punam o crime por homofobia.
 
A polícia decretou prisão preventiva de dois jovens de 20 anos no início do mês, suspeitos do crime. A prisão preventiva pode durar até 30 dias e ser renovada pra mais 30 dias, mas um dos suspeitos já foi liberado por ordem judicial. A investigação começou quando, depois do desaparecimento do cabeleireiro na madrugada do dia 26, alguns documentos dele foram encontrados na rodovia da cidade no dia seguinte.
 
Os jovens presos afirmaram que estiveram, sim, com Lineu na noite do desaparecimento, em uma boate da cidade, mas que não são os responsáveis pelo crime.
 
No último sábado, 15, familiares e amigos se reuniram em um protesto na cidade, pedindo a solução do caso e justiça pela morte do jovem. A passeata reuniu pessoas com cartazes que exigiam respostas e respeito pelas pessoas.
 
Os investigadores prosseguem sem revelar detalhes sobre o caso. 
 

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