Sereio brasileiro ganha a mídia depois de matéria em que foi hostilizado

Aceitar o diferente é um desafio talvez maior do que ser diferente em si. E foi com naturalidade que o carioca Davi Moreira, de 22 anos, assumiu o seu lado sereio em uma matéria do jornal Extra na semana passada. Adepto do sereismo, prática de usar rabos de sereia, que começou a ganhar destaque há alguns anos nos EUA, ele falou sobre sua transformação de bípede para meio peixe e causou. Cobrando em média R$300 por evento, em que por vezes se apresenta em piscinas e festas GLS, Davi mostrou seu lado sensível e que não se abala com a homofobia. 

Durante a sessão de fotos, um rapaz chegou a dizer que tinha que ser uma mulher, fora isso, comentários agressivos na matéria e piadas com o rapaz durante a semana mostraram o quanto a cidade maravilhosa não está pronta para ter um tritão gay em seu mar.

" Eu chamo de estilo de vida. Não é uma fantasia de sereia, é amor pela água, é sentimento. Sempre gostei da Ariel, ela sempre esteve em minha mente, e eu quis viver isso", falou o rapaz que tem meia dúzia de caudas, duas feitas por ele mesmo, ao jornal Extra. No Youtube, uma novelinha chamada "O Grande Sereio", publicada no ano passado no canald o sereio brasileiro, em versão gay, faz sátira ao filme da Disney. 


 






 

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