Mal atendimento

Este final de semana dois flagrantes de como casas ditas "seguras" para a comunidade gay pecam no atendimento de seus clientes. Na sexta-feira, um cliente do novo Bar James foi proibido de entrar por que se trajava e tinha aparência de um dos seguranças. O rapaz, que é advogado, postou nas redes sociais e o assunto virou ameaça de boicote. Há algumas semanas, o mesmo bar, que reinaugurou em novo endereço, já havia barrado uma menina por conta de seu "decote". Nas duas ocasiões o bar assumiu o erro e desta vez dispensou os envolvidos e pediu desculpas ao cliente.

Já em outro bar, o clube Route 69, uma frequentadora drag queen acusa a hostess transexual de hostilizá-la, xingá-la e arrancar a sua peruca. A verdade é que as duas se desententem faz tempo e que há exageros, mas o cliente - quase - sempre tem razão, pois ser maltratado em um local onde supostamente está indo para se divertir é Procon na certa.

Falta de cordialidade infelizmente é comum na noite curitibana onde os clientes precisam conviver com funcionários mal humorados. Balada infelizmente é sinônimo de gente alterada, por isso é preciso ter muita paciência para trabalhar na noite. E atendimento ruim não é tolerável e muito menos homofobia ou racismo em clubes que se dizem modernos.  

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