Coluna aLEatória

Leandro Allegretti

Como terminar o namoro

Esses dias, li um texto do Bruno Astuto no qual ele afirmou que ex é para sempre. Portanto, tratar bem seu ex, ao terminar a relação, determinará se ele será um “ex-pírito” de porco ou um “ex-emplo” quando o assunto for você.
 
Por curiosidade, fui checar quais as buscas mais feitas na internet sobre “terminar namoro” e rolou uma surra de respostas, tanto que usei a mais buscada de todas como título deste texto! Entre elas, havia também “terminar relacionamento” e “frases para terminar”.



Motivos para NÃO apoiar Bolsonaro

Vamos aos fatos: em 2016, Jair Bolsonaro completará 26 anos ininterruptos como deputado federal.  Até agora, um dos motivos de orgulho para ele na política foi sua atuação contra a aprovação do kit didático anti-homofobia que seria distribuído em seis mil escolas de Ensino Médio, há cinco anos.
 
Mas esse não é o único assunto polêmico que consta em sua biografia:



Apesar da crise, podemos rir com essas vagas

Que nosso país passa por uma crise econômica, todos sabemos. Como consequência disso, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho, em 2016, mais de 9 milhões de pessoas estão desempregadas nesse Brasil varonil -o  equivalente à população de Pernambuco.
 
E a coisa fica mais tensa (e também hilária) quando olhamos os classificados e nos deparamos com algumas descrições de vagas que deveriam fazer qualquer funcionário de RH ter vergonha de botar a cara no sol:



Etiqueta sexual não é crime!

Sexo para mim já foi casual, mas é intimidade. É ótimo quando se ama, mas é bom sempre. 
 
Independentemente do que seja para você, em uma coisa é precisamos concordar: respeito ao parceiro é mais do que necessário, é afrodisíaco!
 
Escrevo isso porque, em tempos de libertação sexual via apps de relacionamentos e afins, parece que as pessoas perderam o rumo... 
 
Como a oferta é tamanha e as dificuldades são quase nulas, basta ter local, meio de transporte e disposição para que um encontro recheado de segundas intenções aconteça.



Minha avó não sabia...

Vivemos das decisões feitas a cada momento. E, das decisões tomadas sem ponderar, me arrependo de uma em especial:
 
Quando minha avó materna ainda era viva e morava próximo a casa da minha mãe. Um de nós sempre levava comida e pão para ela. No último dia em que a vi viva, fui eu quem lhe levou pão. Meu objetivo era entregar as coisas da calçada mesmo, voltar para casa e continuar com minha maratona de seriados, largado no chão do quarto.



Passa fora, inconveniência!

Existem três tipos de pessoas que me fazem enlouquecer, e não de um jeito prazeroso: 1) As inconvenientes; 2) As mentirosas e 3) As burras.
 
Sou um tanto sem noção nas mídias sociais, faço brincadeiras que podem ser tidas como inconvenientes por alguns (não com o desejo de chocar e/ou ser cruel). Mas sei de gente que AMA ser inconveniente, e quer ser lembrado pelos outros nem que seja porque causou, no mau sentido, em uma festa, no curso ou até na aula de balé... Vamos ao exemplo prático: 



O fim da odisseia barbuda na Terra

Certo tempo atrás, li alguns posts no 'Facetruque' afirmando que a aventura barbuda na Terra chegaria ao fim porque a onda beard havia atingido o topo e, tudo que sobe desce (algumas coisas nem sobem, mas isso são outros 500).
Voltando ao assunto, ano passado, o jornal New York Times declarou o fim da cultura hipster, que levaria consigo a moda de usar barba. Cientistas australianos atestaram que, por ter virado mania mundial, ela deixaria de ser usada e só voltaria a ser tendência muitos anos depois.



Conectados e deslumbrados

Tenho estudado o comportamento das pessoas nas mídias sociais, e claro, é parecido com o que elas têm na vida real, só que pior. Escondido atrás de um computador, celular ou tablet, todo mundo fica mais valentão.

Critica quem tem opinião contrária, humilha e tem a necessidade de comentar tudo, sem se aprofundar em nada. Que aperte o primeiro descurtir quem nunca comentou alguma matéria apenas ao ler o título, sem clicar para ler o conteúdo completo...




Não exija o que não pode oferecer

Se tem coisa complicada neste mundo, são os relacionamentos. Isso porque a maior parte deles requer a presença de pelo menos um ser humano e, bom, seres humanos são complicados.

Incluo-me nessa complicação toda, não só porque sou um ser humano (até onde sei), mas porque já dei muitos foras por motivos tolos como “ai, a barriga dele me incomoda. Quando nos beijamos, ela chega primeiro do que a boca dele” etc...




Entra no Tínder que está tendo Copa sim!

Pois é, o Mundial de futebol começou, e só se fala em uma coisa: tem gringo na terra do Samba! A mulherada está doida entrando no Tínder para conhecer príncipes do mundo afora.

Imagine que são 32 países disputando, alguns já caíram foram da disputa, mas tem muito torcedor que acompanha sua Seleção e, por mais que o time perca, continua no país que sedia a Copa para dar uma esticadinha.




Ser humano no Brasil é foda...

Resolvi dar um tempo nos dramas amorosos para focar em um drama maior. Terminei de ler, finalmente, a revista TRIP, depois de ter lido a TPM. Ambas interligadas no mês de Abril para discutir sobre o racismo no país.

Achava que o racismo existia, mas não acreditava que era algo tão latente. Ingênuo da minha parte. Somos o país que mais importou escravos nas Américas: foram 4,9 milhões de africanos, contra 389 mil na América do Norte. E fomos os últimos a abolir a escravidão. 




Aprendendo a ser blasé

Desde que meu primeiro relacionamento amoroso terminou, aprendi que manter nossas amizades é a melhor coisa que podemos fazer por nós mesmos.

Sei que muitos dos meus amigos não entendem o porquê ainda estou solteiro. Acho que também por este motivo, um desses amigos resolveu abrir meu Tínder para ver como converso com desconhecidos. Resumindo, ele acabou comigo. Disse que tenho que ser mais blasé. Não chamar ninguém para “tomar café”, pois é coisa de velho - não que haja algo errado nisso, leitores senhores - o mais cool é chamar para tomar “breja” num boteco decadente.



Casa comigo, mano?

Recentemente, vi um vídeo que tem causado comoção no Facebook sobre um moço que quer namorar sério, se mete em todo tipo de relação e fica chateadinho porque a maioria dos gays só quer sexo, enquanto ele quer um boy magya para chamar de seu para todo o sempre.
 
Isso depois de várias horas no Grindr e de 500 mil boys musculosos passarem por sua cama. Depois de brigar com a mãe por ser homossexual e de levar tapa na cara da irmã pelo mesmo motivo... Eis que saltitava pela praia quando... Passa um moço para o qual sempre pagou pau e ele:




Cutuca, mas não ofende!

Sou super a favor de qualquer ferramenta que ajude na interação deste ser tão complicado que é o humano... Mas, sinceramente, acho que junto a esses facilitadores deveria vir um manual de etiqueta. 

Por que escrevo isso? Porque só tem uma coisa que me deixa mais broxado do que ser cutucado por alguém medonho: descobrir que alguém que paquero cutucou algum amigo enquanto está rolando nossa paquera no Facebook.




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