Coluna da Zara Schnauzer

por Zara Schnauzer

Assumir pra que se ainda não somos respeitados?

Essa notícia é desta semana, retirei do site do G1...
“A polêmica Lindsay Lohan apesar de não se desgrudar da DJ Samantha Ronson parece não querer assumir o romance, pelo menos oficialmente. Segundo o site Entertainment Wise, a atriz teria recusado oferta de US$ 1 milhão de uma revista top para assumir sua orientação sexual.”
Pensei, que situação! Afinal a atriz em questão tem seu reconhecimento pelo trabalho que faz ou pelo que prefere entre quatro paredes?




Confiança: sentimento abstrato! Quem o merece?

Quando somos crianças, aprendemos com nossos pais o significado do sentimento confiança. Ao darmos os primeiros passos, precisamos das mãos firmes do pai ou da mãe para confiarmos em nossas próprias pernas e alçar algum caminho.

Na medida em que vamos crescendo, cresce também o rol de pessoas dignas de nossa confiança, e ainda neste momento sob a supervisão de nossos pais. Quem nunca ouviu do pai ou da mãe a seguinte frase: “nunca aceite balas, chicletes, suco, nem água, de ninguém estranho meu filho! Não confie em ninguém!”




Você já notou como tem gente DÃ no mundo???

Há muitos dias venho me inspirando pela campanha publicitária de um shopping center de Curitiba que traz como mote o título deste artigo. Na peça publicitária a agência simboliza como DÃ, aqueles que não cumprimentam os vizinhos no elevador, os que se acham na moda apesar de parecerem ir fantasiados a uma festa brega, e aquela que leva o cachorrinho pra jantar num restaurante caríssimo.




O preço de ser diferente...

Zara Schnauzer

Este é o título de um dos últimos romances espíritas que li. Trata do homossexualismo e das batalhas que precisamos travar diariamente para não sermos massacrados por uma sociedade repressora. Inspirada ainda pela bela história do livro, por acreditar que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória e motivada por uma pergunta feita a mim na última semana, resolvi escrever o artigo sobre isso... “Como foi que você se descobriu?”




Acabou...Agora tá tudo acabado...

A música de Ana Carolina nos remete ao momento da partilha dos bens! A pergunta é: o que resta entre duas pessoas quando acaba o relacionamento?

Para algumas duplas, felizmente é uma amizade incondicional, aliás, muitas vezes a existência desse sentimento de amizade ser o único existente entre as duas pessoas é o que faz o relacionamento chegar ao fim. Entre as pessoas que tem essa motivação é mais fácil. Devolvem-se os cd’s, os livros, os objetos pessoais, etc, e no outro dia elas já estão conversando novamente.




O que procuramos quando estamos solteiras...


Como disse no artigo anterior, apesar de muitas pessoas não gostarem, quando estamos sozinhas pouco nos resta além dos bares. É neles que encontramos velhos amigos, fazemos novos, e eventualmente encontramos pessoas interessantes que podem ser fortes candidatas ao posto de novo petisco.

Este fim de semana em especial teve várias atrações em que as solteiras, ou as avulsas puderam sair em busca do novo petisco. Parada Gay, jogo do Brasil, festas juninas, festas só para meninas...




Renasceu? Então faça a fila andar!

Uma vez renascida das cinzas, é hora de fazer a fila andar. A pergunta que não quer calar é: por onde começar???

Você está fora do mercado porque ficou tempos namorando a mesma pessoa, e esta, por sua vez, não permitia que você tivesse contato até mesmo com as suas amigas, então a hora é de recomeçar mesmo!

Muita força de vontade e paciência será necessária neste momento, mas tenha certeza de que a máxima “no final tudo dá certo” funciona mesmo.