Por Arthur Virmond de Lacerda Neto
Para Pensar
Roger Peyrefitte
O amor homossexual (Parte Quatro)
O amor homossexual (Parte Três)
Em Madagascar, há jovens rapazes que vivem como mulheres e que têm relações com homens; eles pagam aos que lhes agradam. Em um velho relato, do século XVII, lê-se isto: “Há alguns homens que eles chamam de tsecats, que são efeminados e impotentes, que procuram rapazes e fingem-se de apaixonados; imitam as moças e vestem-se como elas, presenteiam-nos para dormirem com eles e chegam a atribuírem-se nomes de moças, fazendo-se de envergonhadas e de modestas.
O amor homossexual (Parte Dois)
No arquipélago malásio, o amor homossexual é coisa corrente, não, contudo, em todas as suas ilhas; ele é comuníssimo entre o povo bataque, da Sumatra. Em Bali, ele é praticado abertamente e há profissionais seus. Os “basir” do povo Daiaque são homens cujo ofício corresponde à bruxaria e à libidinagem. “Vestidos de mulher, são muito solicitados nas festas idólatras, para as abominações sodomíticas e muitos acham-se casados com homens”.
O amor homossexual
Feijó e o casamento clerical
Após a abdicação de D. Pedro I (em 7 de abril de 1831) e dado que o seu herdeiro fosse ainda criança e, portanto, incapaz de assumir o governo, constituiu-se um conselho governante, a regência provisória, nas pessoas do senador Nicolau Vergueiro, do Marquês de Caravelas e do brigadeiro Francisco de Lima e Silva, substituídos, em maio daquele ano, por uma regência permanente, composta por Bráulio Muniz, José da Costa Carvalho e pelo brigadeiro Lima e Silva.
A homossexualidade na China do século XVI
A direita e o movimento guei
Para formular uma consideração um tanto óbvia, observa-se, no Brasil, atualmente, duas correntes de pensamento: a esquerda e a direita, sendo mínima a segunda e majoritária, mesmo hegemônica, a primeira.
Embora minoritária, a corrente de direita existe e manifesta-se por alguns veículos, como a gazeta (eletrônica e impressa) Independência e a gazeta (eletrônica apenas) Mídia sem Máscara. Em ambas, os seus articulistas examinam as atualidades brasileiras e internacionais, à luz dos seus valores e dos seus critérios de juízo.
Carta a uma gazeta da direita
Ilmo. Sr. Coronel Carlos Miguez.
De posse de um exemplar da gazeta Inconfidência, número 163, depararam-se-me alguns artigos relacionados com o combate às iniciativas governamentais, no âmbito da sexualidade.
Antes de tudo, quero deixar-lhe explícito que não sou marxista, não sou petista, não sou esquerdista, não sou gramscista, como não sou cristão, não sou católico, não acredito em deus nem na Bíblia.
A homossexualidade corresponde a um dado da natureza humana, a um fato da sexualidade do ser humano. Sempre existiu e sempre existirá.




























