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Sarados & Rejeitados: A cilada do corpo perfeito

Se em algum momento você já foi demitido de um emprego; se alguém resolveu fazer as malas e abandonar uma história que, supostamente, seria para sempre; ou, talvez pessoas do seu convívio se afastaram por divergência de opiniões, familiares lhes deram as costas porque você decidiu ser você mesmo... bem-vindo ao clube dos rejeitados. Fique à vontade. Aceita um café? 
 
Sem açúcar, claro. Porque a dieta deve ser prioridade. O importante é estar em forma, com os gominhos riscando a barriga, vai que o príncipe encantado aparece.



A inveja que rola no meio

Rola muita coisa no meio, mas a falta de r*la pode, também, ser uma das explicações para a infelicidade de muitos. A escassez de amor, de sentir alegria pelo próximo, tem feito a bandeira colorida passar vergonha. Nas redes e nas rodas sociais é aquela disputa cansativa o tempo todo: o mais lindo, o mais sarado, o mais rico, o maior pegador, o casamento mais perfeito/o solteirão mais cobiçado, o mais viajado; o partido político que rouba menos...



As ditaduras que nós apoiamos e fingimos que não existem

Fala-se muito no perigo de vivermos novamente uma ditadura algum dia no Brasil mas não percebemos que há, em alguma semelhança, mesmo que estejamos em um Estado Democrático, algumas ditaduras que nos impõem. Vivemos como se elas não existissem ou não nos tocassem. Há algumas ditaduras, novamente com o perdão da palavra, que são comuns a todos, como a ditadura do amor: que te impõe a idéia que de precisa de outra pessoa para ser feliz, ou ainda a ditadura da própria felicidade, que é preciso ser feliz e alegre sempre.



Amor & outras drogas - Às vezes a pessoa que a gente tem uma queda acaba nos derrubando...

Tem um filme de chorar super fofo com esse título "Amor & outras drogas" e, apesar da trama abordar sobre amor e medicamentos, o assunto que vou tratar está bem longe de ser algo estrelado pela queridinha Anne Hathaway. A parada aqui também faz chorar sim ..., mas é trash, já vou logo avisando.
 
O roteiro é patético: uma pessoa surge na sua vida como um furacão, bagunçando tudo; lhe fazendo provar cheiros e sensações nunca antes sentidas, proporcionando noites incríveis, lhe deixando meio atordoado, perdendo o foco, a fome, o sono.



Memorial: Direitos Humanos e LGBTs

Hoje é Dia Internacional e Municipal contra a homofobia, 17 de maio. Quando apenas em 1990 a Organização Mundial da Saúde deixou de classificar a variante da sexualidade homossexual como um transtorno mental.  O amor que não se pode dizer o nome, como descreveu Oscar Wilde, já foi pecado mortal, motivo para prisão, doença. Ainda hoje, em mais de 70 países do globo, a homossexualidade é crime, em cerca de cinco destes territórios ainda é passível de pena de morte. Assim como no Holocausto, hoje, há campos de concentração de homossexuais, com trabalhos forçados, tortura e assassinatos.



13 razões para desistir das bees “sem noção”

O Ministério do humor adverte: esse é um texto com altas doses de sarcasmo. Tirem as crianças da sala e qualquer semelhança não é mera coincidência - é intencional “meixmo” (deboche com sotaque carioca). Acontece comigo, acontece com você.
 
Abaixo, segue um pequeno repertório de características e atitudes das bees que são capazes de tudo só para saírem bem na fita e, no final das contas, acabam cag*ndo na própria cabeça. Não há nada de suspense nessa trama: elas se arruínam e a gente só assiste. 



Alfabeto na Balada

 
A sou eu;
B namorava Mateus,                      
C, conhecia-o de privança,          
D usava bonete
E usava chapéu,
F andava em cabelo,
G cobria-se com barrete,
H usava pulseiras,
I portava pingente,
J desviou o rosto quando nele reparei,                   
K sorriu-me e acenou-me ao ver-me,                  
L abraçou-me com efusão,                                  
M correspondeu-me ao cumprimento com frieza   
N supreendeu-se ao se me deparar,



Amigos, amigos, sexo a parte

Há algumas semanas postei em meu perfil em uma rede social a seguinte frase: “Amigos não transam”, com uma sequência mais polêmica ainda em que dizia que assumissem suas “promiscuidades” e não esquecessem que amigos eram como “família”. Volto ao tema aqui, primeiro porque algumas pessoas não entenderam a subjetividade da postagem, e também porque outros concordaram demais com ela. Não sejamos hipócritas: todos já fizeram ou quiseram fazer sexo com um amigo.



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