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A nossa culpa nos atentados de Paris e na tragédia de Mariana

Temos a capacidade de nos comover e rotular de tragédia toda forma de acontecimento que nos choca, geralmente com mortes e flagelo de outros, mas raramente analisamos de forma profunda a nossa contribuição para que isso tenha ocorrido. Somos, no fundo, insensíveis e hipócritas. Costumo indagar o papel do usuário de drogas “recreativas” na trilha de sangue do tráfico. Normalmente o consumidor final não tem contato com o submundo violento do mundo do narcotráfico, por isso, nada estraga as suas “viagens”.



Encalhados S/A

Estamos sozinhos por escolha, ou estamos escolhendo demais?
 
Não está sendo fácil pra ninguém. Esse mercado dos solteirões está ficando cada vez mais inviável. A grande maioria das pessoas está se colocando na vitrine de forma inconsequente, escancarando o produto, incrementando o rótulo com informações fúteis, criando uma campanha de marketing monstruosa sobre si mesmas, fazendo o diabo para tentarem se vender a qualquer custo.



Quando o instinto de sobrevivência nos faz anular o instinto de felicidade

Não há dúvidas que descendemos dos macacos. Alguns comportamentos humanos são tão impregnados por nossos ancestrais que não deixam dúvidas de que temos muito mais da selva em nós do que imaginamos. Em uma simples experiência, em um elevador, três pessoas entram e se colocam viradas voltadas para o lado contrário da pessoa que ali estava. Em questão de segundos, a cobaia humana também vira: quer fazer parte do grupo. O que chamamos algumas vezes de sociabilidade tem outro nome: instinto de sobrevivência.



Passabilidade

A maioria das pessoas “passam” pelo o que elas são naturalmente constituídas. O sexo biológico chancela qualquer permissão quando está reconhecido o gênero conformado. E assim tem-se acesso a todos os espaços físicos. Mulheres usam saias, homens usam barba. E assim vão passando, passando pelas portas; abrindo caminhos, mesmo que já conhecidos. Mas como fica quem não segue à risca estes desenhos impostos? Como se desenrolam estes processos cognitivos de reconhecimento de quem tem e não tem acesso natural a estes espaços ou grupos?



Uma leitura de nudez

Vou tirar a roupa já já! Espera um pouco. Em breve vou mostrar todo meu corpo. Mas primeiramente tem um texto de abertura. Mas espera aí, para que serve este texto introdutório? Preciso apenas de um pedaço do torso nu, aí eu peço para lerem mais. “Clique aqui para ler mais”. Pronto. Tá resolvido. Eu não preciso mais falar nada. NSFW. Mas o que diabo é isso?



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