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Pais na balada

Vocês estão lembrados de Edith Modesto? Ela é fundadora de um grupo destinado às mães de homossexuais e que sempre está em programas de televisão divulgando esta iniciativa, já esteve no programa Charme, Jô Soares e Altas Horas. Para mostrar a boa influência que esse grupo tem exercido na vida das mães, dos filhos e de famílias com membros gays é que nessa edição voltei a falar do assunto.




Gays na tevê

Olá pessoas. Já devem ter percebido que nos últimos meses é comum vermos homossexuais na televisão e no cinema. Antes, mais no cinema, por ser uma mídia mais elitista e de melhor aceitação à assuntos “novos” ou com menos aversão. Mas, agora, você liga a televisão de sua casa e pode contemplar tranquilamente personagens gays ou programas abordando assuntos envolvendo esse mundo tão colorido.




Ele não morreu por TODOS nós?

Jesus morreu por todos nós, logo sabemos que Ele não discriminou ninguém. Então por que as mais diversas religiões, em sua maioria, nos discriminam? “Não julgue para não ser julgado”, e ainda assim nos julgam. Há quem diga que os gays não têm Deus no coração, que são pessoas afastadas da fé, entre outras coisas. Mas, o que queriam? Com toda essa pressão exercida, sob os homossexuais, não percebem que são eles mesmos que impõem as barreiras para haver um gay evangélico, católico ou afins? Para mim, isso é privar os gays da busca pela plenitude.




Utópico?

Um professor corrigiu um texto meu, no qual eu falava sobre o trabalho.
Eu argumentava que está na constituição, que é questão de honra e que o homem (espécie) tem direito ao trabalho, para poder suprir sua família e tudo o mais quanto lhe der vontade e blá blá blá.

Após todas as correções orto-gramaticais (eu sei que vocês quatro, meus leitores, já perceberam que eu erro bastante), leio uma observação, “utópico, perderia nota em conteúdo”.

Utópico?
Utópico, adj Referente a Utopia;




Raça...? Humana!

Estamos próximo a mais uma prova da Universidade Federal do Paraná (diga-se de passagem, está de parabéns por suas propagandas sobre diversidade) e eu, como todo bom vestiba, não optei por um curso ainda. Mas já sei o que declarar no questionário sócio-econômico.

“Quanto à raça, você se declara:”
- Humana

Em cor, estou entre rosa e ver-limão...
No quesito preconceito, a UFPR consegue se superar.

Declarar cor no Brasil?




Banheiros: masculino, feminino e gay?!

No começo achei que fosse piada... ou uma crítica ao preconceito... algo assim, sei lá!

O pior não é governantes desinformados e obtusos votarem uma lei dessas... o pior é homossexuais acharem isso bom!

Está sendo notícia a semana toda. A lei, em alguma cidade no interior brasileiro, em que o prefeito quer instituir um banheiro destinado para gays (lésbicas continuariam a freqüentar o banheiro feminino). Isso é segregação! Puro e simples preconceito; discriminação!




Especial: Divas contra Preconceito

Nessa edição da coluna vamos relaxar um pouco. Afinal, não podemos levar tudo a ferro e fogo, não é? Pois é! Por essa razão, fiz uma lista com algumas divas da musica internacional que vestem a camisa glbt e que mais agradam o público.

Para começar, ninguém menos do que a diva mãe, Gloria Gaynor: revolucionou a música disco com seu hit “I Will Survive”, tornando-se um hino do movimento gls. E que por sinal é referência gay até hoje. Quem não se anima quando Glória começa com as primeiras notas? E outra, ela nos carrega até no nome “Glória GAYnor”.




Diário do fim de semana e momento filosófico

Floripa é tudo de bom no verão

Era sábado, mais de onze da noite, depois de ter prometido ao meu namorado que ficaríamos em casa, que não viajaríamos naquele fim de semana para Floripa, como fazemos todos os meses, mudei de idéia. Esta meio gripado e cansado mas o compromisso me chamou mais alto. Todos os meses eu deixo o litoral de Santa Catarina para entregar pessoalmente a revista Lado A, como uma forma de garantir um bom relacionamento com os donos das casas. Além de uma escapada estratégica de Curitiba.




Depilação vs. Discrição

Estive lendo esses dias uma reportagem que tratava da depilação masculina, dizia que o número de adeptos a essa prática cresce a cada ano no Brasil. É verdade que muitos depilados são heteros, tudo bem, mas eu acredito – opinião minha, apenas – que a maioria dos meninos que se depila, sejam gays ou bis, se preocupam com a aparência. Um grande problema é quando você é gay, não assumido. As pessoas desconfiam (familiares ou não) e você não quer dar pistas de sua sexualidade. Nesse caso, fazer a depilação é mais complicado pois, para muitos, só os gays se depilam.




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