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O ativismo como uma das expressões de cura da homolesbobitransfobia internalizada

Apesar do ativismo como expressão do comportamento individual e coletivo estar em crescimento na sociedade contemporânea, devido a um maior entendimento e aceitação da sociedade da sua importância, ele ainda é muito mal compreendido pela parte mais conservadora de nossa sociedade. Muitas pessoas ainda relacionam e reduzem o ativismo a uma luta político-partidária.



5 dicas para ter um relacionamento aberto sem colocar o casamento em risco

Em alguns lugares, talvez eu fosse preso só pela audácia de tocar num assunto desses. Felizmente a liberdade de expressão ainda é uma das poucas vantagens que nos restaram na terra do futebol, que também nem é mais do futebol. Como as coisas mudam, não é mesmo? O que dirá o nosso ponto de vista. É melhor não dizer “Dessa água não beberei”, porque quando a gente se dá conta está tomando litros e se afogando nas palavras que disse.



Mãe, Pai, Funções Materna e Paterna e a Origem da HomoTransFobia Internalizada

Apesar de todos os avanços científicos da Psicologia ocidental na compreensão da sexualidade humana, ainda persistem muitas dúvidas e confusões em relação a conceitos essenciais relativos à psique humana que, se fossem devidamente esclarecidos, auxiliariam no entendimento do comportamento sexual não heterossexual, ainda tão pouco aceito por nossa sociedade. Uma das principais confusões reside na diferença entre mãe e pai e função materna e paterna.




O monólogo do Cu

Cansei de tomar. Cansei. Para todos e para tudo, mandam tomar em mim. Cansei também das pessoas errarem o meu nome. Me chamo CU, sem acento. As monossílabas tônicas são acentuadas, as terminadas em A, O e E apenas. E nos encontros vocálicos, I e U são meras semi-vogais. Assim como apenas o pênis e a vagina são tidos como genitálias e eu não. Injusto, mas a vida é assim. Restou para mim, o Cu, apenas ser o final do seu sistema  digestivo. Existe uma frase boa para lembrar o meu nome. “Cu não tem acento, o assento que sempre tem cu”.




Passa fora, inconveniência!

Existem três tipos de pessoas que me fazem enlouquecer, e não de um jeito prazeroso: 1) As inconvenientes; 2) As mentirosas e 3) As burras.
 
Sou um tanto sem noção nas mídias sociais, faço brincadeiras que podem ser tidas como inconvenientes por alguns (não com o desejo de chocar e/ou ser cruel). Mas sei de gente que AMA ser inconveniente, e quer ser lembrado pelos outros nem que seja porque causou, no mau sentido, em uma festa, no curso ou até na aula de balé... Vamos ao exemplo prático: 



Gays conservadores e a homofobia internalizada dos próprios gays

Não é porque uma pessoa é homossexual que ela não pode ser homofóbica. Uma das facetas mais claras de como a homofobia social deturpa o meio gay é quando homossexuais ou gays assumidos são contra um beijo gay na novela, contra o casamento gay, a adoção gay ou ainda andar de mãos dadas nas ruas. Para eles, é uma provocação à sociedade - colabora contra a imagem do gay - e aumento da violência. Oi?




Escravizados pelo sexo: do que somos capazes pela falta do amor?

Compulsão sexual é um assunto sério. É doença e tem tratamento. Pode acontecer comigo, com você, e até com aquela pessoa mais meiga do escritório que ninguém dá nada por ela (somos mistérios pra nós mesmos). Eu precisaria estudar anos de psicologia para me aprofundar no tema e, por esse motivo, não bancarei o sabichão que tem respostas pra tudo na ponta da língua. A minha abordagem será mais simples, com foco nos nossos pequenos hábitos que se repetem e que podem nos tornar num monstro com infinitos tons de descontrole emocional. 



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