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Mãe, Pai, Funções Materna e Paterna e a Origem da HomoTransFobia Internalizada

Apesar de todos os avanços científicos da Psicologia ocidental na compreensão da sexualidade humana, ainda persistem muitas dúvidas e confusões em relação a conceitos essenciais relativos à psique humana que, se fossem devidamente esclarecidos, auxiliariam no entendimento do comportamento sexual não heterossexual, ainda tão pouco aceito por nossa sociedade. Uma das principais confusões reside na diferença entre mãe e pai e função materna e paterna.




O monólogo do Cu

Cansei de tomar. Cansei. Para todos e para tudo, mandam tomar em mim. Cansei também das pessoas errarem o meu nome. Me chamo CU, sem acento. As monossílabas tônicas são acentuadas, as terminadas em A, O e E apenas. E nos encontros vocálicos, I e U são meras semi-vogais. Assim como apenas o pênis e a vagina são tidos como genitálias e eu não. Injusto, mas a vida é assim. Restou para mim, o Cu, apenas ser o final do seu sistema  digestivo. Existe uma frase boa para lembrar o meu nome. “Cu não tem acento, o assento que sempre tem cu”.




Passa fora, inconveniência!

Existem três tipos de pessoas que me fazem enlouquecer, e não de um jeito prazeroso: 1) As inconvenientes; 2) As mentirosas e 3) As burras.
 
Sou um tanto sem noção nas mídias sociais, faço brincadeiras que podem ser tidas como inconvenientes por alguns (não com o desejo de chocar e/ou ser cruel). Mas sei de gente que AMA ser inconveniente, e quer ser lembrado pelos outros nem que seja porque causou, no mau sentido, em uma festa, no curso ou até na aula de balé... Vamos ao exemplo prático: 



Gays conservadores e a homofobia internalizada dos próprios gays

Não é porque uma pessoa é homossexual que ela não pode ser homofóbica. Uma das facetas mais claras de como a homofobia social deturpa o meio gay é quando homossexuais ou gays assumidos são contra um beijo gay na novela, contra o casamento gay, a adoção gay ou ainda andar de mãos dadas nas ruas. Para eles, é uma provocação à sociedade - colabora contra a imagem do gay - e aumento da violência. Oi?




Escravizados pelo sexo: do que somos capazes pela falta do amor?

Compulsão sexual é um assunto sério. É doença e tem tratamento. Pode acontecer comigo, com você, e até com aquela pessoa mais meiga do escritório que ninguém dá nada por ela (somos mistérios pra nós mesmos). Eu precisaria estudar anos de psicologia para me aprofundar no tema e, por esse motivo, não bancarei o sabichão que tem respostas pra tudo na ponta da língua. A minha abordagem será mais simples, com foco nos nossos pequenos hábitos que se repetem e que podem nos tornar num monstro com infinitos tons de descontrole emocional. 



Não é por R$20: O custo invisível das drogas

Quando uma pessoa consome um entorpecente, ela não apenas lesa a sua saúde, ele ajuda a manter uma cadeia cruel de mortes, custos públicos e violência. As máfias das drogas estão ligadas ao tráfico de pessoas, corrupção de menores, lavagem de dinheiro, roubo de veículos, estelionato, corrupção de agentes públicos e a outros infinitos crimes. Ao comprar uma droga ilícita, seja qual for o motivo, seja qual for a quantidade, você está colaborando. As organizações criminosas não tem centralização, são mais espalhadas do que células terroristas e tão cruéis quanto.



Chegou a hora de NAMORAR, mas como identificar a PESSOA CERTA?

Está é a pergunta de todos, ainda mais em um mundo complicado em que vivemos sendo hétero ou homoafetivo, cada dia buscamos ter alguém para amar chamar de “meu”,  poder cuidar,  construir uma vida juntos. O sonho de muitos é como  o de contos de fadas, que sempre finda em: “viveram felizes para sempre”. Mas no caminho tem uma bruxa para destruir tudo, não é verdade? A grande dúvida do momento seria: É possível ser Gay casar e  manter um único parceiro? Já consigo ouvir a moçada gritando: É DIFÍCIL! 



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