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Youtuber faz paródia gay de música sertaneja e brinca com os preconceitos

O youtuber paraibano Whindersson, que tem mais de 7 milhões de inscritos no YouTube - considerado o terceiro canal mais importante do país depois do Porta dos Fundos e da curitibana Kéfera - colocou no ar esta semana, em parceira com o palhaço Tirulipa, filho de Tiririca, uma versão de humor do hit sertanejo “Sosseguei” da dupla Jorge e Matheus. Em menos de 48 horas o vídeo teve mais de 3 milhões de visualizações.



Homofobia: Gays são expulsos a tiros de lanchonete

Um casal de gays, 24 e 31 anos, e um amigo de 46 anos estavam em uma lanchonete na noite do último sábado (30) do Centro de Dourados, a 230 km de Campo Grande, por volta das 22h, quando foram convidados a se retirar por outros frequentadores do local, que afirmaram que “não gostavam desse tipo de gente”. Como os rapazes não saíram do local onde lanchavam, passaram a ser hostilizados e agredidos fisicamente pelo outro grupo de quatro homens.



Lado A 62: Você pode ser tudo o que você quer ser

Chegamos aos nossos 10 anos de Lado A, a edição especial de aniversário sairá em junho, mas a nossa Lado A 62 que saiu hoje da gráfica é uma prévia das nossas comemorações. Além do anúncio das nossas festas que acontecem em maio nos dias 14 e 27, na Black Box e na Verdant, respectivamente, em Curitiba, esta edição traz editorial inspirado na frase do título desta matéria. Por isso o boneco Ken em nossa capa, em versão “Fairy”, ou seja, versão fada. Você pode ser tudo o que você quer ser. Foi assim que a Lado A nasceu, ousou, inovou e mudou o seu entorno nessa década de existência.



Incrível: Pet Shop na Turquia vende tartaruga gay e testa os consumidores

Como você reagiria se gostasse de um animal e um pet shop e o vendedor te avisasse que o bicho é gay. Como assim gay? Homossexual, que gosta de acasalar com outros machos. Bem, foi isso que a Anistia Internacional Turquia propôs para testar a homofobia na Turquia.
 
O vídeo divulgado na semana passada está fazendo sucesso e mostra a reação da população turca, uma amostra da homofobia local. Apesar da homossexualidade não ser crime no país, a sociedade ainda acha que homossexuais são doentes ou menos merecedores de direitos.



Exaltação de torturador por Jair Bolsonaro faz OAB-RJ ir ao STF pedir cassação

O torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, morto por um câncer em outubro passado, foi mencionado em discurso de voto do deputado federal Jair Bolsonaro no processo de admissão do impeachment presidencial neste domingo. Pesa sobre Ustra a brutalidade e desumanidade de suas torturas realizadas no DOI-Codi-SP, nos anos 70. Ele quem torturou a presidente Dilme Rousseff, e é acusado de lhe arrancar dentes com socos.



Jornal Lampião pioneiro gay vira documentário

Em 1978, e por pouco mais três anos, um jornal carioca ousou desafiar a ditadura brasileira, colocando nas bancas um jornal que falava de mudanças, de subversão, do mundo gay. O Lampião da Esquina reunia nomes como João Silvério Trevisan, Aguinaldo Silva, Celso Curi, Wilson Bueno, Peter Fry, entre outros, e agora ganha um documentário homônimo produzido pela Doctela em parceria com o Canal Brasil, dirigido pela documentarista Lívia Perez.



Jean Wyllys cospe na cara de Bolsonaro depois de afirmar ter sido provocado

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), depois de proferir seu voto na sessão da Câmara Federal contra o Impeachment, na votação que terminou com a admissão do processo de afastamento contra a presidente Dilma Rousseff, na tarde deste domingo, cuspiu no rosto de Jair Bolsonado (PSC), também do Rio de Janeiro. Wyllys afirma que foi provocado pelo parlamentar que defendeu Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-CODI do II Exército, em seu voto, homem que torturou a presidente quando presa nos anos 70.




Agência de Inteligência Britânica pede perdão por banir gays do Serviço Secreto

É conhecida a história de Alan Turing, o homem gay que decifrou o código nazista e colaborou com o fim da Segunda Guerra Mundial, que se matou e morreu no anonimato. O professor, perseguido após ser dispensados de seus trabalhos na Agência de Inteligência Britânica (GCHQ), em tempos que ser gay na Inglaterra era crime, já foi alvo de desculpas por parte do governo britânico. Foi a vez da própria agência se desculpar por Alan e todos os gays banidos de lá até 1991.



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