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PSol entra com ADIN no Supremo para garantir combate ao bullying LGBTs nas escolas

O Partido Socialismo e Liberdade, PSOL, por meio do deputado federal Jean Wyllys, entrou com um pedido no Supremo Tribunal Federal para reconhecer a inconstitucionalidade no trato com o bullying LGBTfóbico pelas escolas públicas e particulares e pelo Plano Nacional de Educação. A ação visa conquistar o apoio do STF para que as instituições sejam obrigadas a coibir o bullying contra crianças e jovens gays, lésbicas, travestis, transexuais, bissexuais, negros e mulheres.



“Meninos Tristes” debate bullying, depressão e falta de apoio dos pais aos filhos gays

Uma websérie de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, está dando o que falar. Meninos Tristes, “Blue Boys” em inglês, estreou o seu primeiro episódio na internet em fevereiro de 2016. A história fala sobre bullying na escola, preconceito que jovens gays sofrem de outros estudantes e a falta de apoio familiar. São três episódios que contam a história de André e Diego. A obra tem roteiro e direção assinados pelo cineasta Daniel Castilhos.
 
Produzida em parceria da Hellas Filmes com a Escola de Atores TV & Cinema, o projeto é inspirado em um curta de 2011.



Caso Diego, o menino de 11 anos que se matou por causa do bullying

Em Outubro do ano passado, o garoto Diego Gonzalez, de 11 anos, se jogou do parapeito da janela do seu apartamento, no quinto andar de um prédio de Villaverde, em Madri, para se matar. Depois da morte, os pais encontraram uma carta do garoto, junto ao seu coelho de pelúcia favorito, Lucho, que falava sobre os seus problemas em ir à escola e mencionava o amor que sentia pelos pais e pela família. "Mira en Lucho", disse o menino antes de se jogar.



Halterofilistas fazem campanha contra o bullying LGBT: Seja forte!

Raymond Braun é um Youtuber norte-americano famoso que publica vídeos discutindo sexualidade com os seus convidados. Um dos seus últimos vídeos é uma campanha com halterofilistas heterossexuais para falar sobre o bullying na infância. Com a  campanha #BeStrong, o vídeo surgiu de uma iniciativa Davey Wavey e Braun, ambos ex-vítimas de bullying, eles querem ajudar na luta contra o preconceito e discriminação LGBT.
 
Mas por que halterofilistas heterossexuais?



Aluno receberá R$ 20 mil por ser chamado de “Félix” por professora e sofrer bullying

Uma decisão do Tribunal de Justiça condenou o Estado de São Paulo a pagar R$ 20 mil a um aluno da rede pública de Piracicaba que foi chamado de “Félix” por uma professora em sala de aula, em 2013. A atitude fez com que o jovem fosse perseguido e sofresse bullying pelos colegas até que mudou de colégio. A decisão unânime partiu de três desembargadores que julgaram, em segunda instância, correta a indenização por danos morais.
 
O caso aconteceu em 2013, quando o jovem foi comparado ao personagem gay “Félix”, da novela “Amor à Vida”.



Homofobia no ambiente educacional é tema de livro de Toni Reis

O doutor em Educação e militante dos direitos LGBT Toni Reis lança este mês em Curitiba seu livro “Homofobia no ambiente educacional - o silêncio está gritando”, baseado em sua tese de doutorado. O livro aborda os marcos normativos de Educação no mundo, com destaque às mudanças na Educação brasileira, apontando os caminhos para uma Educação em respeito à diversidade sexual e os direitos humanos. Com entrevistas e pesquisas realizadas na capital paranaense, o livro da Editora Appris debate a homofobia e as políticas públicas para enfrentá-la.




Como vive o menino que chocou o mundo no ano passado depois de tentar se matar por causa do bullying

Com apenas 11 anos, Michael Morone de Raleigh, Norte Carolina, Estados Unidos, tentou tirar a própria vida em janeiro do ano passado. Fã dos desenhos “My Little Pony”, Michal ficou em coma por três meses e meio depois de ser encontrado pela mãe enforcado com uma gravata em seu quarto. Ele tentou se matar depois de ser vítima de bullying homofóbico em sua escola, por causa de sua mochila de seu desenho predileto.




Escola ameaça expulsar jovem que divulgou ser gay nas redes sociais e ele revida

O vlogger Austin Wallis (à dir.), de 17 anos, tem um canal de vídeos na internet com seu namorado Nicolay desde o ano passado e fala sobre ser gay, assuntos cotidianos, entre outras manifestações espontâneas, como cozinhar biscoitos e falar da vida. “Você nunca estará sozinho pois terá a gente”, diz o casal fofo no canal. Mas o hobby, que já tem milhares de seguidores, chamou a atenção da direção da escola cristã no Texas onde Austin estuda e ele foi parar na sala do diretor com sua mãe.



Rússia: Câmera flagra morte de garoto de 17 anos em sala de aula durante sessão de bullying

Sergei Casper, 17, poderia ser definido como um garoto sensível, vítima predileta do bullying homofóbico nas escolas. Estudante de uma escola politécnica de Moscou, ele era amante das artes, gostava de cantar e de ouvir música, e era tido com um rapaz pacífico pelos colegas de classe. Ao longo de meses ele foi vítima de bullying por parte dos outros garotos, supostamente por ser gay.




Fofura: Menina de 9 anos manda carta para professor ao descobrir que ele é gay

Como parte das atividades da semana contra o bullying, um professor inglês de uma escola primária perguntou às crianças quantas delas já haviam ouvido a palavra “gay” como forma de insulto. Quase todos os alunos de 9 e 10 anos levantaram a mão. O professor perguntou então quem achava que gays e lésbicas estavam errados ou eram maus e novamente quase todos os alunos se manifestaram. O professor então resolveu conversar com o diretor e propôs que ele se assumisse gay para a turma, e assim tentar explicar que ao se referir aos “gays”, estava se referindo também ao professor.




Homofobia na Copa: Para Fifa, uso da palavra “puto” em espanhol não é homofobia

Depois do jogo México e Camarões na semana retrasada, na mesma chave da seleção brasileira, pela Copa do Mundo de futebol, que está sendo realizada no Brasil, a Fifa abriu um inquérito de conduta imprópria aos torcedores mexicanos, depois de xingamentos ao goleiro de Camarões. O jogo que terminou com a vitória de um a zero para a equipe latina foi marcado com xingamentos de “puto” (bicha em espanhol) contra o camaronês Charles Itandje. No segundo jogo do México, contra o Brasil, a provocação foi repetida, agora de ambos os lados.




“Dançando com o inimigo”: Sensível livro infantojuvenil aborda bullying entre meninos

“Bruno e Xande são garotos da mesma idade que moram na mesma rua e frequentam a mesma escola. Só que as semelhanças acabam aí. Bruno pratica balé e tem uma família descontraída que adora dançar e festejar. Já Xande, fã de lutas e artes marciais, mora em uma casa que lembra um quartel onde só se ouve ordens e gritos de guerra. Mas um dia o destino dos dois colegas se cruza: Bruno terá que aprender a gostar de si mesmo do jeito que é e Xande descobrirá como respeitar as diferenças. Apesar da aproximação traumática no início, eles acabam se tornando amigos”.



Menino de 13 anos de Curitiba lança livro sobre adoção por casais gays

Alyson Miguel Harrad Reis, de apenas 13 anos de Curitiba, é o autor do livro “Jamily: a Holandesa Negra”. Filho do casal de militantes Toni Reis e David Harrad, Alyson foi destaque em uma entrevista na edição de setembro – outubro do ano passado na Lado A. Seu primeiro livro fala da história real de uma jovem holandesa mas faz paralelo com sua própria biografia. O livro será lançado no dia 30 de agosto pela editora Appris e está em pré venda com desconto.




EUA: Garoto de 11 anos que tentou se matar por causa de bullying pode ficar cego e ter danos cerebrais irreversíveis

Michael Morones, de 11 anos, que tentou se matar no final de Janeiro depois de estar cansado do bullying que sofria na escolar por gostar do desenho “My Little Pony”, continua em coma em um hospital da Carolina do Norte, nos EUA.Nesta quarta-feira foi suspensa a medicação que o mantinha no coma e ele fez progressos indicando que em breve deverá acordar. Mas ele pode ter sofrido danos cerebrais severos, alertam os médicos que cuidam do garoto. Há a certeza de que ele sofreu danos cerebrais severos e pode ficar sem movimentos e até cego.



Bullying no dos outros é refresco, né deputado?

“Constrangimento, palavrões, xingamento” com essas palavras o deputado Marco Feliciano descreve o incidente que passou na semana passada em que um grupo de rapazes cantou para ele a música “Robocop Gay” do grupo Mamonas Assassinas, a bordo de um avião que seguia de Brasília para São Paulo. O deputado acionou esta semana a Polícia Federal, conforme comprova o vídeo abaixo.




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