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Mais 5 curtas e webséries gays nacionais que você encontra no YouTube

Uma das maravilhas da internet é a possibilidade de consumir produtos culturais específicos sem sair de casa. Com o boicote dos cinemas e locadoras a filmes e séries LGBTs em cidades conservadoras, seria impossível assistir esses títulos sem a ajuda do YouTube. Desde histórias com roteiros para consumo fácil, como do garoto que se apaixona pelo melhor amigo com o qual fazia brincadeirinhas, até discussões sobre heteronormatividade e homofobia.
 
A Lado A separou uma lista com alguns curtas e web séries pra você assistir no feriado prolongado que está vindo.



Carolina Ferraz vive trans em nova produção do cinema nacional

O filme “A Glória e Graça - O que define quem pode ser mãe?” estreia nos cinemas do Brasil na próxima quinta-feira e traz uma história inusitada interpretada por Carolina Ferraz. A atriz Global interpreta uma travesti que ficou 20 anos sem falar com a irmã, Graça, e se vê obrigada a cuidar dos sobrinhos porque Graça enfrenta um aneurisma. O filme questiona o preconceito e a construção do papel de mãe sendo apenas para mulheres cis.
 
O projeto do filme encontrou dificuldades para sair do papel, uma vez que trabalha a questão de gênero.



“Meninos Tristes” debate bullying, depressão e falta de apoio dos pais aos filhos gays

Uma websérie de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, está dando o que falar. Meninos Tristes, “Blue Boys” em inglês, estreou o seu primeiro episódio na internet em fevereiro de 2016. A história fala sobre bullying na escola, preconceito que jovens gays sofrem de outros estudantes e a falta de apoio familiar. São três episódios que contam a história de André e Diego. A obra tem roteiro e direção assinados pelo cineasta Daniel Castilhos.
 
Produzida em parceria da Hellas Filmes com a Escola de Atores TV & Cinema, o projeto é inspirado em um curta de 2011.



Moonlight: "Sob a Luz do Luar" estréia no Brasil e pode ser a surpresa do Oscar 2017

Indicado a oito Oscar, inclusive o de Melhor Filme, Moonlight é apenas a segunda obra do diretor Berry Jenkins e surpreende pela poesia da solidão e do autoconhecimento numa história sobre um garoto negro que viveu em Miami na década de 1980 e enfrentou  confusão para descobrir sua sexualidade. O longa foi censurado para ser transmitido na Índia, onde cortaram cenas de sexo e de um beijo gay.




Dois filmes que vão dar o que falar: "Discreet" e "Call me by your name"

O Festival Internacional de Cinema de Berlim, também conhecido por Berlinale, de 2017 já é considerado o mais queer da história, ao trazer títulos que mexem com a diversidade de uma maneira sensível e bem real. “Call me by your name” surgiu de forma arrebatadora e está conquistando os críticos da cidade. Com distribuição garantida no Brasil pela Sony, ele promete muito ao lado de “Discreet”, que aborda as relações de homens brancos e negros dentro do armário em um Texas conservador.



Mix Brasil divulga filmes que disputam o Coelho de Ouro do maior festival de Cinema LGBTQ da América Latina

O 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, maior festival LGBTQ da América Latina, que acontece entre os dias 9 e 20 de novembro na Capital Paulista, acaba de divulgar os filmes nacionais selecionados para a Mostra Competitiva Brasil. O evento terá programação especial no Centro Cultural São Paulo, além das salas de Cinema no Espaço Itaú de Cinema/ Augusta, CineSesc, Cine Olido e Circuito Spcine Céus.



Curta sobre transexuais nas Forças Armadas é indicado ao Emmy

O projeto chamado TransMilitary, que retrata a vida de pessoas trans que fazem parte das Forças Armadas dos Estados Unidos, virou um documentário de 12 minutos chamado “Transgender, at war and in Love”, produzido por Fiona Dawson em parceria com o The Times. A obra é uma das indicadas ao Emmy de 2016. 
 
Até o fim de junho era proibido que pessoas trans assumidas fizessem parte do Exército, Marinha ou Forças Aéreas dos Estados Unidos.



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