história

13 e 78: Jovem e idoso gays conversam sobre a trajetória e história LGBT

Em memória aos 50 anos de descriminalização da homossexulidade no Reino Unido, foi lançado um vídeo em que dois homens gays aparecem conversando. A diferença que emociona está no debate entre gerações muito distintas. Louis, é um jovem assumidamente gay de 13 anos de idade, que conversa com Percy, um senhor gay de 78 anos. O vídeo é uma iniciativa dos youtubers Trent and Luke, casal gay ativista pela aceitação e respeito aos homossexuais na internet.



Mistério: Leonardo Da Vinci e seu amante Salai, possivelmente retratado em Mona Lisa

O famoso pintor Leonardo Da Vinci criou  Mona Lisa, o quadro que ficou mundialmente famoso e conhecido, é uma referência para qualquer artista ou admirador das artes. A obra, também chamada de A Gioconda ou ainda Mona Lisa del Giocondo, foi pintada em 1503 e desde 1797 faz parte do conceituado e histórico Museu do Louvre, em Paris. Alvo de inúmeras especulações, como o próprio autor em sua época, Mona Lisa carrega um mistério oculto que retrata um curioso episódio da vida de Da Vinci.



Resistência: A população LGBT e a Ditadura Militar no Brasil

As primeiras organizações de movimentos LGBT se organizavam em espaços ocultos, conhecidos muitas vezes de forma pejorativa, como guetos e periferias. A partir dos anos de 1950, as organizações inernacionais tomam corpo, e se tornam instituições de defesa de direitos LGBT que aos poucos mostra eficácia e destaque. Tais movimentações culminaram em eventos históricos de revolta que mudaram mexeram com o contexto social e servem hoje de exemplo, como a Revolta de Stonewall In, em 1969. Cada vez mais autônomo, o movimento LGBT começou a enfrentar os mais duros contextos históricos.



Padre consultor do Vaticano afirma: alguns santos provavelmente eram homossexuais

O padre James Martin, consultor de relações públicas do Vaticano, publicou em seu Facebook em maio deste ano um comentário alegando que alguns santos provavelmente eram gays. James escreveu isso em resposta a alguns comentários homofóbicos em sua publicação sobre uma igreja inclusiva.
 
“Alguns deles (santos) provavelmente eram gays. Uma certa porcentagem da humanidade é gay, então isso deve ser parecido entre os santos. Você pode ficar surpreso quando chegar ao céu e ser recebido por um homem ou uma mulher LGBT” escreveu o padre em seu Facebook.



Museu do Holocausto de Curitiba: histórias que jamais devemos esquecer

O primeiro museu sobre o Holocausto no Brasil encontra-se em Curitiba e existe desde 2011. São cerca de 700m² de exposição, com um acervo que inclui fotografias, mapas, objetos e depoimentos de sobreviventes do Holocausto. A exposição permanente possui 56 objetos e aproximadamente 300 fotos e vídeos, que compõem por volta de 5% de todo o acervo do museu. O acervo completo pode ser visto em dois computadores ao final da visita ao museu e em exposições temporárias e itinerantes.



A quem contempla o movimento LGBT e sua trajetória?

Ao analizarmos a história das conquistas LGBT’s, muito se destacam as turbulências pertinentes a todo um processo de transformação. Iniciado por volta dos anos 70, o movimento atendia primeiramente apenas às expectativas gays. Com o passar dos anos e com o avanço das conquistas da mulheres, as lésbicas também passaram a reivindicar seus espaços em movimentos de igualdade. O mesmo sucedeu- se com as travestis e transexuais, e as pessoas bissexuais. Assim formou-se a sigla LGBT, fazendo referência à Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros.    



Marsha P. Johnson e Sylvia Rivera: ativistas LGBT que por pouco não caíram no esquecimento

Distraídos com a repercussão de novas personalidades LGBT, principalmente no meio artístico, é muito comum que pouco ou nada se recorde de ativistas que marcaram época e foram peças fundamentais para os avanços dos direitos e conquistas de espaços LGBT. Pertinente à invisibilidade, frequente é o debate da desconsideração conferida às pessoas trans no meio LGBT, sob o argumento de que o movimento eleva-se como gay, ignorando as demandas e pautas transgênero.




Quando Fazemos História: uma série inspiradora

Baseada em fatos reais, When We Rise, Quando Fazemos História no Brasil, é uma série documentário sobre a luta pelos direitos LGBT nos EUA dividida em 8 capítulos e escrita pelo militante Dustin Lance Black, produzida pela rede ABC e dirigida pelo diretor Gus Van Sant. Por aqui é exibida pelo Canal Sony e estreou em julho. O canal, infelizmente, não investiu muito na divulgação da produção no Brasil.



Advogada trans de Curitiba faz história ao participar de audiência no STF

“Honrada em poder representar o grupo Dignidade em minha primeira sustentação oral no STF, o maior desafio de minha carreira um dia histórico para mim e todas as pessoas trans brasileiras”, postou em seu perfil no Facebook a advogada Gisele Alessandra Schmidt e Silva, gaúcha radicada em Curitiba, ao participar nesta quarta-feira de audiência no Supremo Tribunal Federal e fazer história.



Arqueólogos descobrem que corpos abraçados de Pompéia são de homens

O ano de 79 depois de Cristo foi a ruína da cidade de Pompéia, que ficava perto da atual cidade de Nápoles, na Itália, e do Monte Vesúvio. Foi uma erupção vulcânica do Vesúvio que expeliu cinzas letais e gases venenosos, fazendo milhares de vítimas na cidade. As cinzas e a lama que vieram em seguida cobriram e preservaram a forma dos corpos e da cidade, sem estragos. Lá, foi encontrado dois corpos abraçados. Muita especulação se fez sobre os dois. Seriam parentes? Amantes? Homens? Mulheres? Acreditava-se que eram duas mulheres, amigas.



Conheça o The Royal Vauxhall Tavern, um dos point gays mais antigos do mundo

Uma viagem pelo novo e o que há de tradição na comunidade LGBTQ, se é que isso é possível. O The Royal Vauxhall Tavern, em Londres, é um dos pubs LGBTs mais antigos do mundo e, desde a sua construção, em 1860-62, contribui para a divulgação de artistas e performers da comunidade, sendo reconhecido como um dos points mais importantes para a construção da história do movimento no mundo.



Índio gay morto pela Igreja e primeira vítima da homofobia no Brasil recebe homenagem

Um monumento em forma de lápide em alto relevo do índio tupinambá Tibira, morto em 1614 a mando de um frei católico com intenção de purificar a comunidade na colônia, se tornou  uma homenagem em São Luiz, Maranhão. A peça foi inaugurada esta semana, com presença do antropólogo e decano do movimento gay brasileiro professor Luiz Mott, que resgatou o caso dos arquivos da Inquisição portuguesa.



Parlamento debate projetos de perdão aos homossexuais condenados na Inglaterra

A Inglaterra vai conceder o perdão a todas as pessoas condenadas pelas leis vitorianas que consideravam até a década de 60 o sexo entre homossexuais como violento ao pudor.  A lei datada do século XIX foi responsável pela perseguição histórica de homossexuais no país e motivou muitas leis iguais pelo mundo.  Dois projetos foram apresentados ao Parlamento e devem ser debatidos esta semana.



Olimpo gay: Os primeiros atletas LGBTs das Olimpíadas Modernas

As Olimpíadas Modernas tiveram seu início na edição de 1908, onde um atleta homossexual quase participou. O ginasta dinamarquês Niels Bukh foi cortado em cima dos jogos porque seu porte físico não era considerado atlético. Entretanto, na edição de 1912 foi medalhista de ouro ao treinar a equipe do seu país, aplicando seu próprio método de ginástica que perdura até hoje e leva seu nome.



Bate-Papo do Uol ajudou muitos gays a se descobrirem e faz 20 anos

20 anos marcando novas amizades, putaria, juntando pessoas, marcando encontros para sexo e celebrando conversas. As salas de bate-papo da Uol são conhecidas no Brasil todo e, principalmente para a comunidade LGBT, contam com um significado histórico. Em 1996, antes mesmo do Google (antes dominava no Brasil o buscador Cade?), o chat já permitia que membros da comunidade conversassem, se conhecessem e até se encontrassem pessoalmente.



As tribos nativas norte-americanas e as pessoas com dois espíritos

Antes da chegada dos europeus no continente americano, os nativos reconheciam um terceiro sexo. A homossexualidade ou a transexualidade, ou mesmo o travestilidade, não eram considerados desviantes e rapidamente um indivíduo identificado assim tinha seu espaço respeitado dentro dos grupos, participando do grupo do outro sexo, desenvolvendo papel social referente a este grupo, ou assumindo seu papel como ser diferente e especial. Na América do Sul, conforme relatou o antropólogo Darcy Ribeiro, índios gays e a prática homossexual entre eles não era vista de forma pecaminosa.



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