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Quando Fazemos História: uma série inspiradora

Baseada em fatos reais, When We Rise, Quando Fazemos História no Brasil, é uma série documentário sobre a luta pelos direitos LGBT nos EUA dividida em 8 capítulos e escrita pelo militante Dustin Lance Black, produzida pela rede ABC e dirigida pelo diretor Gus Van Sant. Por aqui é exibida pelo Canal Sony e estreou em julho. O canal, infelizmente, não investiu muito na divulgação da produção no Brasil.



Advogada trans de Curitiba faz história ao participar de audiência no STF

“Honrada em poder representar o grupo Dignidade em minha primeira sustentação oral no STF, o maior desafio de minha carreira um dia histórico para mim e todas as pessoas trans brasileiras”, postou em seu perfil no Facebook a advogada Gisele Alessandra Schmidt e Silva, gaúcha radicada em Curitiba, ao participar nesta quarta-feira de audiência no Supremo Tribunal Federal e fazer história.



Arqueólogos descobrem que corpos abraçados de Pompéia são de homens

O ano de 79 depois de Cristo foi a ruína da cidade de Pompéia, que ficava perto da atual cidade de Nápoles, na Itália, e do Monte Vesúvio. Foi uma erupção vulcânica do Vesúvio que expeliu cinzas letais e gases venenosos, fazendo milhares de vítimas na cidade. As cinzas e a lama que vieram em seguida cobriram e preservaram a forma dos corpos e da cidade, sem estragos. Lá, foi encontrado dois corpos abraçados. Muita especulação se fez sobre os dois. Seriam parentes? Amantes? Homens? Mulheres? Acreditava-se que eram duas mulheres, amigas.



Conheça o The Royal Vauxhall Tavern, um dos point gays mais antigos do mundo

Uma viagem pelo novo e o que há de tradição na comunidade LGBTQ, se é que isso é possível. O The Royal Vauxhall Tavern, em Londres, é um dos pubs LGBTs mais antigos do mundo e, desde a sua construção, em 1860-62, contribui para a divulgação de artistas e performers da comunidade, sendo reconhecido como um dos points mais importantes para a construção da história do movimento no mundo.



Índio gay morto pela Igreja e primeira vítima da homofobia no Brasil recebe homenagem

Um monumento em forma de lápide em alto relevo do índio tupinambá Tibira, morto em 1614 a mando de um frei católico com intenção de purificar a comunidade na colônia, se tornou  uma homenagem em São Luiz, Maranhão. A peça foi inaugurada esta semana, com presença do antropólogo e decano do movimento gay brasileiro professor Luiz Mott, que resgatou o caso dos arquivos da Inquisição portuguesa.



Parlamento debate projetos de perdão aos homossexuais condenados na Inglaterra

A Inglaterra vai conceder o perdão a todas as pessoas condenadas pelas leis vitorianas que consideravam até a década de 60 o sexo entre homossexuais como violento ao pudor.  A lei datada do século XIX foi responsável pela perseguição histórica de homossexuais no país e motivou muitas leis iguais pelo mundo.  Dois projetos foram apresentados ao Parlamento e devem ser debatidos esta semana.



Olimpo gay: Os primeiros atletas LGBTs das Olimpíadas Modernas

As Olimpíadas Modernas tiveram seu início na edição de 1908, onde um atleta homossexual quase participou. O ginasta dinamarquês Niels Bukh foi cortado em cima dos jogos porque seu porte físico não era considerado atlético. Entretanto, na edição de 1912 foi medalhista de ouro ao treinar a equipe do seu país, aplicando seu próprio método de ginástica que perdura até hoje e leva seu nome.



Bate-Papo do Uol ajudou muitos gays a se descobrirem e faz 20 anos

20 anos marcando novas amizades, putaria, juntando pessoas, marcando encontros para sexo e celebrando conversas. As salas de bate-papo da Uol são conhecidas no Brasil todo e, principalmente para a comunidade LGBT, contam com um significado histórico. Em 1996, antes mesmo do Google (antes dominava no Brasil o buscador Cade?), o chat já permitia que membros da comunidade conversassem, se conhecessem e até se encontrassem pessoalmente.



As tribos nativas norte-americanas e as pessoas com dois espíritos

Antes da chegada dos europeus no continente americano, os nativos reconheciam um terceiro sexo. A homossexualidade ou a transexualidade, ou mesmo o travestilidade, não eram considerados desviantes e rapidamente um indivíduo identificado assim tinha seu espaço respeitado dentro dos grupos, participando do grupo do outro sexo, desenvolvendo papel social referente a este grupo, ou assumindo seu papel como ser diferente e especial. Na América do Sul, conforme relatou o antropólogo Darcy Ribeiro, índios gays e a prática homossexual entre eles não era vista de forma pecaminosa.



Jornal Lampião pioneiro gay vira documentário

Em 1978, e por pouco mais três anos, um jornal carioca ousou desafiar a ditadura brasileira, colocando nas bancas um jornal que falava de mudanças, de subversão, do mundo gay. O Lampião da Esquina reunia nomes como João Silvério Trevisan, Aguinaldo Silva, Celso Curi, Wilson Bueno, Peter Fry, entre outros, e agora ganha um documentário homônimo produzido pela Doctela em parceria com o Canal Brasil, dirigido pela documentarista Lívia Perez.



Agência de Inteligência Britânica pede perdão por banir gays do Serviço Secreto

É conhecida a história de Alan Turing, o homem gay que decifrou o código nazista e colaborou com o fim da Segunda Guerra Mundial, que se matou e morreu no anonimato. O professor, perseguido após ser dispensados de seus trabalhos na Agência de Inteligência Britânica (GCHQ), em tempos que ser gay na Inglaterra era crime, já foi alvo de desculpas por parte do governo britânico. Foi a vez da própria agência se desculpar por Alan e todos os gays banidos de lá até 1991.



Grupos LGBTs participam da Marcha de St. Patrick’s Day pela primeira vez em NYC

Depois de uma briga de décadas, grupos LGBTs foram autorizados a marchar na St. Patricks Day Parade de Nova York, a maior do mundo, pela primeira vez, nesta quarta-feira. Os fundadores do Lavander and Green Alliance, organização irlandesa gay, choraram ao caminhar ao lado dos seus companheiros pela Parada. Essa é a primeira vez, em 25 anos, que o grupo consegue tal feito, depois de muitos protestos.
 
Brendan Fay é um dos fundadores e conta que foi um momento de muita emoção.



Pergaminho japonês do século XVIII com representações eróticas gays vão a leilão

Shunga é o termo japonês que designa as artes tradicionais ilustrativas eróticas do Japão. Um pergaminho antigo, do século XVIII, traz cenas de sexo entre dois homens retratadas, o que é bastante raro para a época. Ele é um dos artigos que será vendido no evento de Obras de Arte Japonesas da Bonhams.
 
Os dhungas gays  foram banidos do Império Japonês no ano de 1722, depois da chega dos Jesuítas ao país e criminalização da homossexualidade, por isso, artefatos como estes são raros.



Mapa da ONU acompanha a história da descriminalização da homossexualidade no mundo

A ONU, Organização das Nações Unidas, lançou esta semana o mapa “A história do direito de amar”. De forma interativa, o mapa mundi funciona como uma linha do tempo, onde você pode selecionar o ano e ver em quais países a homossexualidade era considerado crime. O Brasil, no mapa, aparece como um dos primeiros países a descriminalizar a orientação sexual “desviante”, entre 1830 e 1840, mas sabemos que a história não é bem essa. 
 
Brasil



Jogadora de vôlei trans profissional estréia em liga italiana

Aos 30 anos, Alessia Ameri defendeu o Hermaea Entu neste final de semana. A atleta transexual estrou na séria A2 da Liga Italiana de feminina de vôlei com vitória. Há dois anos, Alessia defendia o Potenza na Liga B1 do campeonato masculino.
 
A contratação da líbero só foi possível depois do reconhecimento da Federação Italiana de Vôlei para que a atleta fosse contratada para substitui  a líbero titular do time que se lesionou e desfalcou a equipe. Depois do clube contatar a presidência da federação do esporte que autorizou a inscrição da atleta.



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