homofobia

Homem gay é atacado a facadas no metrô de Nova Iorque

Na noite do último sábado, 5, no trem 1 da estação Morningside Heights de Nova Iorque, um homem foi atacado e esfaqueado por um passageiro, que o chamou de “bicha”. A polícia investiga o caso como suposto crime de violência homofóbica. A vítima estava no metrô com seu namorado e irmã, por volta das 7hrs da noite, quando entrou em uma discussão com outro passageiro. 
 
Na estação seguinte, quando saia do trem, o suspeito do crime atacou a vítima no peito com um objeto afiado e, logo em seguida, ambos entraram em uma briga corporal.



Rio 2016: Torcida brasileira é homofóbica durante partidas de futebol

Atletas da seleção de futebol dos Estados Unidos, Austrália e Canadá denunciaram a homofobia em gritos da torcida brasileira em suas partidas de estreia. Além de insultarem a goleira norte americana, Hope Solo, ao chamarem ela de “Zika” por conta da sua campanha de conscientização sobre a doença tempos antes de vir para o Rio de Janeiro, a torcida chamou diversas atletas de “bicha”.



Refugiado sírio gay é sequestrado, violentado, morto e esquartejado por grupo de homofóbicos na Turquia

Muhammad Wisam Sankari era um dos milhares de refugiados sírios abrigados na Turquia. Ele vivia na cidade de Aksaray com um grupo de amigos gays. O país, de maioria muçulmana, é conhecido por sua intolerância com a população LGBT e a inércia da polícia com questões do gênero. Wisam foi encontrado morto, com sinais de tortura, na cidade de Yenkapi no dia 25 de julho. 
 
O grupo que defende os direitos civis de gays na Turquia, Kaos GL, acompanhou o caso de Wisam, que já havia denunciado à polícia um caso anterior de sequestro que havia sofrido.



Alep recebe audiência pública sobre a violência contra LGBT na Educação

Uma audiência pública será realizada na Assembleia Legislativa paranaense para tratar sobre a violência contra a população LGBT na educação. O evento está marcado para o próximo dia 10 de agosto, das 8h30 da manhã ao meio dia. Participarão do encontro ONGs LGBTs, componentes da Comissão Permanente de Educação da Assembleia Legislativa do Paraná, além de representantes de instituições públicas, órgãos do governo, sindicatos da educação e entidades estudantis.



Aluno receberá R$ 20 mil por ser chamado de “Félix” por professora e sofrer bullying

Uma decisão do Tribunal de Justiça condenou o Estado de São Paulo a pagar R$ 20 mil a um aluno da rede pública de Piracicaba que foi chamado de “Félix” por uma professora em sala de aula, em 2013. A atitude fez com que o jovem fosse perseguido e sofresse bullying pelos colegas até que mudou de colégio. A decisão unânime partiu de três desembargadores que julgaram, em segunda instância, correta a indenização por danos morais.
 
O caso aconteceu em 2013, quando o jovem foi comparado ao personagem gay “Félix”, da novela “Amor à Vida”.



O machismo mata: Homossexuais afeminados, travestis e transexuais correm o dobro de risco de sofrer homofobia mortal

O machismo é um preconceito institucionalizado na nossa sociedade. A supremacia e valorização do homem macho está presente nas relações de dominação e poder em qualquer meio social, inclusive no LGBT. Os registros de violência contra homossexuais, transexuais e travestis mostram que as principais vítimas são as bichas afeminadas ou pessoas que rompem as normatizações de gênero. 
 
O Grupo Gay da Bahia é uma ONG que se presta a registrar o número de vitimas LGBTs no Brasil por ano, além de outros serviços. Em 2015 foram 319 mortes.



Absurdo: Professora é agredida por ser "amiga de veados"

O bairro de Itaim Bibi, na zona Sul de São Paulo, registrou no último domingo, 24, mais um caso de violência homofóbica. A vítima foi a professora Bruna Torres, 20, que descia de um Uber junto a um casal de amigos. Os três estavam na avenida São Gabriel, por volta das 5h da manhã, tentando chegar em casa quando um homem encostou um veículo (HB20 ou um Punto, segundo eles) e questionou o vínculo da jovem com os dois e os perseguiu com uma ripa de madeira, chegando a desferir golpes em Bruna. 
 
A investigação está sendo realizada pelo 15º Distrito Policial.



Sexo gay em parques e banheirões: Fetiche? Cultura gay? Falta de opção?

Quem alguma vez já precisou usar os banheiros da Praça Osório, Passeio Público, Shopping Curitiba ou de terminais de ônibus já deve ter se deparado com alguma cena de pegação entre homens nesses ambiente. Além dos banheiros, parques como o Barigui e o Náutico, em Curitiba, contam com estacionamentos e trilhas que também são comumente usados para pegação e sexo. Estes, entretanto, não são espaços exclusivos de homossexuais. Mas por que usar esses locais? Fetiche? Cultura gay?



Aumenta o número de vítimas de serial killer gay britânico, julgamento será em outubro

Em outubro do ano passado, o serial killer Stephen Port, 41, foi preso por suspeita de matar quatro jovens homossexuais no período de 2014 e 2015, na região de Londres, Inglaterra. Agora, ele está sendo indiciado por tentativa de envenenamento, estupro e assédio sexual de pelo menos outros oito jovens, no intervalo de 2011 a 2015. Preso na Prisão de Belmarsh, ele aguarda julgamento e ficou sabendo sobre as novas acusações na tarde de ontem, quando deu seu pré depoimento por videoconferência.
 



Número de crimes de ódio contra LGBTs em 2016 no Paraná já é igual a 2015

Acabamos de passar da metade do ano e o número de mortes, assassinatos e crimes de ódio contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais já se iguala ao registrado em 2015. As estatísticas sobre crimes motivador por lgbtfobia não são computadas no Brasil. O trabalho tem sido realizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), ONG pioneira no país, com base em notícias veiculadas na imprensa. Portanto, sabemos que os números refletem uma realidade não totalizante. Em 2015, 318 assassinatos foram registrados, desses, 21 aconteceram na região Sul do país.



Candidato oficial à presidência dos EUA, Donald Trump quer reverter decisão do casamento gay

Os Estados Unidos vivem um momento de crescimento do conservadorismo, assim como o Brasil. Prova disso foi a aprovação de uma lei anti-LGBT do estado do Mississipi, que permitia a recusa a funcionários públicos e estabelecimentos comerciais de atender casais homossexuais com base em suas crenças religiosas. A lei gerou uma série de boicote de artistas e empresas internacionais ao estado.



Não estamos mais seguros na noite: relatos de quem teve a diversão interrompida

A noite sempre foi um reduto da cultura LGBT em Curitiba e é assim em todas as cidades. É onde a comunidade se encontra para viver livremente. Mas o número de relatos sobre assaltos e violência lgbtfóbica na madrugada curitibana após a saída das baladas aumentou consideravelmente nas redes sociais. Os motivos e as formas são diversas, mas dois fatores são comuns: a região central de Curitiba, principalmente a Praça Osório, e a falta de policiamento nas ruas do Centro durante a madrugada.



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