mundo

Campos de concentração para gays na Chechênia ainda torturam e matam

Desde março de 2017 a ong Russia LGBT Network está denunciando casos de intolerância contra homossexuais na Chechênia. De acordo com a organização pelos direitos LGBT’s, o país incita que as famílias matem seus membros homossexuais em nome da honra da pátria. A censura e controle estão cada vez mais fortes dentro do país. Existem depoimentos de pessoas que, ao se encaixarem na menor suspeita, são torturadas e até mortas. Segundo alguns sobreviventes, os policiais prendem qualquer pessoa que lhes pareça homossexual com a justificativa de que estão fazendo controle sobre drogas.



Tailândia estuda a criação de prisão destinada unicamente a LGBTs

A Tailândia é conhecida no mundo todo como um paraíso lgbt-friendly. Um dos melhores lugares do mundo para se realizar as cirurgias de readequação sexual, o país asiático sempre desenvolveu políticas públicas de proteção à comunidade trans. Agora, o governo estuda a criação de uma prisão destinada apenas para cárceres LGBTs. Proteção ou segregação, essa é a maior dúvida do debate.
 
De acordo com a Organização Internacional dos Direitos Humanos, a população LGBT é a mais vulnerável dentro do sistema prisional.



O holocausto gay em andamento no mundo e que ninguém fala nada

Durante o início do século XX, o nazismo, encabeçado por Adolf Hitler, perseguiu, prendeu e matou milhões de judeus, milhares de ciganos, negros e homossexuais na Europa toda. Os números estimados envolvendo os homossexuais variam de 5 mil mortes a 15 mil, incluindo o líder da primeira milícia Nazi, homem de confiança de Hitler, Ernst Röhm. A perseguição acontecia porque os homossexuais manchavam a integridade do Nacional Socialismo, uma vez que não reproduziam e não perpetuavam a raça ariana.



Curta sobre transexuais nas Forças Armadas é indicado ao Emmy

O projeto chamado TransMilitary, que retrata a vida de pessoas trans que fazem parte das Forças Armadas dos Estados Unidos, virou um documentário de 12 minutos chamado “Transgender, at war and in Love”, produzido por Fiona Dawson em parceria com o The Times. A obra é uma das indicadas ao Emmy de 2016. 
 
Até o fim de junho era proibido que pessoas trans assumidas fizessem parte do Exército, Marinha ou Forças Aéreas dos Estados Unidos.



ONG Planting Peace declara a Antártica como o primeiro continente amigável aos LGBTs

A organização não governamental sem fins lucrativos Plainting Peace foi fundada em 2003 pelo americano Aaron Jackson e o haitiano John Louis Dieubon. A instituição, atualmente tem caráter internacional e mantém o princípio de trazer a paz para um mundo que enfrenta a dor diária do preconceito, da miséria, da repressão e da exploração. Por isso, sua atuação é dividida em diversas vertentes: direitos igualitários, orfanatos para crianças carentes, reflorestamento, distribuição de medicamentos e causas LGBTs.
 
As conquistas do grupo são gigantescas.



Mapa da ONU acompanha a história da descriminalização da homossexualidade no mundo

A ONU, Organização das Nações Unidas, lançou esta semana o mapa “A história do direito de amar”. De forma interativa, o mapa mundi funciona como uma linha do tempo, onde você pode selecionar o ano e ver em quais países a homossexualidade era considerado crime. O Brasil, no mapa, aparece como um dos primeiros países a descriminalizar a orientação sexual “desviante”, entre 1830 e 1840, mas sabemos que a história não é bem essa. 
 
Brasil



Jornal australiano pede desculpas quase 40 anos depois por capa homofóbica

O Editor Chefe do The Sydney Morning Herald, Darren Goodsir, escreveu um pedidos de desculpas oficial à comunidade LGBT por conta de uma capa homofóbica do jornal, 40 anos atrás, sobre a 1ª Parada do Orgulho da cidade australiana, em 1978. Na época, cerca de 500 pessoas saíram às ruas para protestar contra as leis anti gays do país e, mesmo com autorização da prefeitura, os policiais prenderam 53 manifestantes. Há relatos de violência e abuso policial na prisão arbitrária.



Retrospectiva 2015 - As melhores notícias para a comunidade gay

O ano de 2015 teve seus altos e baixos, mas nem por isso deixou de ser bafônico para o grupo LGBTQ. No futuro, os livros que falarão sobre homossexualidade, se esse termo ainda for usado, com certeza terão o ano de 2015 registrado neles. Mas o que aconteceu de tão importante para isso? Pode-se dizer que o ano foi um divisor de águas na América e no mundo, graças à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos em legalizar o casamento civil entre pessoas homossexuais.
 
Mas não parou por isso.



Senegal: Polícia evita linchamento em casamento gay, prende noivos e apreende alianças

Na véspera deste Natal, 20 pessoas foram surpreendidas pela ação da polícia do Senegal que interrompeu as comemorações de um casamento gay por “suspeita de homossexualidade”. Crime no país passível de prisão, a homossexualidade pode levar a 5 anos de detenção e ainda a uma multa de até US$2,5 mil. Os noivos e 11 convidados foram presos, sendo os participantes liberados quatro dias depois em Kaolack, a 200 km de Dacar.



Conheça os lugares do mundo que os turistas gays deveriam boicotar

É ótimo saber para onde viajar, mas é extremamente necessário saber para onde não se deve viajar, especialmente se você for gay. O New York Times liberou uma lista de 52 lugares para se visitar em 2016. Apesar de incluir cidades e países lindos, a lista inclui também locais extremamente homofóbicos. Então o pessoal da revista OUT Traveller criou uma lista dos lugares onde os gays não são bem vindos.



Veja como homens usam cuecas na virada de ano pelo mundo

O site Underwear Expert lançou no dia 27 um vídeo divertido com as tradições de Ano Novo em diversos países e como as pessoas de lá usam as cuecas na virada. Vale a pena conferir e quem sabe ano que vem você não tira umas novas idéias. No vídeo, um modelo vai trocando de roupas enquanto as bandeiras dos países e as legendas vão trocando.



Site de loja tradicional de brinquedos decide remover seções para menino e menina

A gigante Toys R Us, maior rede de lojas de brinquedos do planeta, com quase 800 lojas em todo o mundo, irá banir de sua loja virtual no Reino Unido a categorização de brinquedos para meninos e de brinquedos para meninas. Com isso, princesas deixam de figurar em uma seção especial para meninas, e carrinhos deixam de fazer parte exclusivamente de brinquedos de meninos. 



22 países já reconhecem o casamento gay no mundo, inclusive o Brasil. Veja quais são eles:

Há 14 anos, a Holanda reconheceu a união entre as pessoas do mesmo sexo e plantou uma semente de igualdade que hoje já atinge a maioria dos países do primeiro mundo. Na União Europeia, 14 das 28 nações do bloco já reconhecem a união entre pessoas do mesmo sexo. Na semana passada, os Estados Unidos considerou, assim como o Brasil em 2013, inconstitucional proibir o casamento gay.



Conheça a história de Milla, o menino trans de 9 anos que está emocionando o mundo

No final de janeiro, os pais de Milla Brown, de apenas 9 anos, de Brisbane, na Austrália, contaram ao mundo a história de seu filho nascido em 2005.  A mãe, Renee Fabish Brown revela que foi motivada a dividir a sua história para ajudar a quebrar as dificuldades de famílias que tem filhos transexuais. O doce Milla hoje é exemplo de como pais comprensivos podem fazer a diferença na vida de um filho ou filha com disforia de gênero. Mas o início foi complicado, a família se uniu, procurou ajuda e viu o que era melhor para o filho.




Transgêneros militares de diversos países se reúnem e trocam experiências

A entidade American Civil Liberties Union realizou esta semana em Washigton, EUA, um inédito encontro entre transexuais integrantes de Forças Armadas. A I Conferência Internacional de Transexuais Membros de Forças Armadas teve participação de transexuais vindas de 18 países aliados dos EUA que já modificaram sua legislação, entre  eles Canada, Inglaterra, Israel, Suécia, Nova Zelândia e Austrália.



Proposta sulamericana para barrar a homofobia no mundo é aprovada na ONU

Uma proposta apresentada pelo Brasil, Argentina, Chile e Colômbia para que a Organizações das Nações Unidas monitore a homofobia no mundo e apresente ações foi aprovada nesta sexta-feira no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, Suiça. Com forte oposição dos países africanos e do Oriente Médio, a proposição importante recebeu o apoio de 25 nações e teve 14 votos contra. Oito países não votaram, o que não garantiria a vitória contrária.




Páginas