Os felinos e sua vida independente

Os gatos são animais independentes, ficam em casa em troca de água e comida, sentem-se os donos da casa como se o humano fosse o bicho de estimação e não ele. Um dos comportamentos que os donos detestam nos felinos é seu jeito fujão, pelo fato de desaparecerem por algum tempo e deixarem os donos sem saberem se o bicho está bem, se está com fome, se está vivo. De acordo com o médico veterinário Dr. Fábio de Mello, “os gatos saem de casa porque tem hábito noturno e para ir atrás de fêmeas para acasalar”. Então, depois de dias, o gato retorna até sua casa, como se nada tivesse acontecido, com alguns arranhões, com fome e sede.

Estudos comprovam que os gatos têm a capacidade de ver o observar o ambiente. Portanto são visuais, capazes de reconhecer árvores, prédios. Só encontram um ponto que reconheçam e já encontram seu habitat. Quando eles não conseguem reconhecer pelos olhos, eles seguem pelo olfato, conhecida como memória olfativa. Eles bichinhos passeiam pelas ruas e descobrem novos cheiros, se familiarizam, mesmo aqueles que ficam presos em casa, tem esse potencial olfativo trazidos de longe pela brisa e pelo vento. Portanto, o cheiro que o gato reconhece só chega até ele se o vento estiver em um determinado sentido.

Um gato pode ser acostumado com vários donos, por isso vive passeando aqui e ali. Quando o dono não o deixa preso dentro de casa, ele se acostuma visitar vizinhos da redondeza e tomar café da manhã na casa de um e almoçar na casa de outro, por isso demora dias a voltar.

A castração é uma das alternativas indicadas por veterinários para evitar que eles tenham o hábito de sair de casa. O veterinário Dr. Mello explica que “com a castração o animal vai evitar brigas na rua, evita a disseminação de doenças, ninhadas não programadas, maus tratos.”

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