Em protesto contra homofobia, homens holandeses andam de mãos dadas

Um movimento para inspirar pessoas do mundo todo. Após a agressão de um casal gay por seis homens em Arnhem, na Holanda, durante o fim de semana, diversos homens importantes e anônimos do país saíram de mãos dadas pelas ruas e em eventos públicos para transmitir uma mensagem contra a intolerância. Além de parlamentares, a ação chegou a membros da ONU em Nova Iorque.
 
Tudo começou com parlamentares holandeses começando a semana de mãos dadas, entre eles o do partido D66, Alexandre Pechtold e seu companheiro de trabalho Wouter Koolmees. A foto foi compartilhada nas redes sociais com a hashtag #allemannenhandinhand (todos os homens de mãos dadas) e logo virou uma campanha nacional, com diversas pessoas seguindo o exemplo.
 
Entre os nome importantes que aderiram ao movimento, estão o primeiro-ministro do país, Mark Rutte; o presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem; o líder do partido GroenLinks, Jesse Klaver; e o ex-jogador de futebol Pierre van Hooijdonk.
 
O crime
Ronnie Sewratan-Vernes e Jasper Vernes-Sewratan foram atacados por um grupo de homens numa cidade a cerca de 100 quilômetros de Amsterdã. Depois de xingamentos, Ronnie foi socado no rosto, perdeu quatro dentes e quebrou outro. Já Jasper teve algumas costelas quebrada. A polícia já prendeu seis adolescentes suspeitos de participar do crime. 
 
Causa
Lançada pela jornalista Barbara Barend, a hastag já domina o Twitter e o Instagram com fotos de homens de mãos dadas. Além de cantores, atores, dançarinos, políticos e autoridades do país, pessoas anônimas também entraram no movimento, que já ultrapassou as fronteiras e chegou à Nova Iorque e Londres. 

 

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