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A cura gay em uma sociedade doente e homofóbica

Ser homossexual não é fácil. Primeiro enfrentamos o preconceito de nós mesmos, quando nos percebemos diferentes. Crescemos ouvindo que somos pecadores, satânicos, destruidores de lares, pervertidos, doentes, pedófilos, entre outros adjetivos que nenhuma criança deveria ouvir. Negamos ser aquilo que querem que sejamos por anos até percebermos e aceitarmos que a nossa felicidade não é um ato egoísta mas um direito.



Anedota Fálica

Chama-se de anedota a narrativa breve, relativa a fato real ou fictício e não necessariamente hilária. Chamo de anedota fálica a narrativa breve, relativa ao falo (sinônimo de pênis ou pinto) e, consoante a sensibilidade do leitor, risível, burlesca, tola, de mau gosto, brejeira, inútil ou como queira cada um qualificá-la: ela admite todos os adjetivos e é passível de valoração por distintas sensibilidades. Pretendo que esta seja edificante, na medida em que se presta a motivar reflexões.
O seu protagonista, chamo-o de Varão, por tratar-se de homem.



Sarados & Rejeitados: A cilada do corpo perfeito

Se em algum momento você já foi demitido de um emprego; se alguém resolveu fazer as malas e abandonar uma história que, supostamente, seria para sempre; ou, talvez pessoas do seu convívio se afastaram por divergência de opiniões, familiares lhes deram as costas porque você decidiu ser você mesmo... bem-vindo ao clube dos rejeitados. Fique à vontade. Aceita um café? 
 
Sem açúcar, claro. Porque a dieta deve ser prioridade. O importante é estar em forma, com os gominhos riscando a barriga, vai que o príncipe encantado aparece.



A inveja que rola no meio

Rola muita coisa no meio, mas a falta de r*la pode, também, ser uma das explicações para a infelicidade de muitos. A escassez de amor, de sentir alegria pelo próximo, tem feito a bandeira colorida passar vergonha. Nas redes e nas rodas sociais é aquela disputa cansativa o tempo todo: o mais lindo, o mais sarado, o mais rico, o maior pegador, o casamento mais perfeito/o solteirão mais cobiçado, o mais viajado; o partido político que rouba menos...



As ditaduras que nós apoiamos e fingimos que não existem

Fala-se muito no perigo de vivermos novamente uma ditadura algum dia no Brasil mas não percebemos que há, em alguma semelhança, mesmo que estejamos em um Estado Democrático, algumas ditaduras que nos impõem. Vivemos como se elas não existissem ou não nos tocassem. Há algumas ditaduras, novamente com o perdão da palavra, que são comuns a todos, como a ditadura do amor: que te impõe a idéia que de precisa de outra pessoa para ser feliz, ou ainda a ditadura da própria felicidade, que é preciso ser feliz e alegre sempre.



Amor & outras drogas - Às vezes a pessoa que a gente tem uma queda acaba nos derrubando...

Tem um filme de chorar super fofo com esse título "Amor & outras drogas" e, apesar da trama abordar sobre amor e medicamentos, o assunto que vou tratar está bem longe de ser algo estrelado pela queridinha Anne Hathaway. A parada aqui também faz chorar sim ..., mas é trash, já vou logo avisando.
 
O roteiro é patético: uma pessoa surge na sua vida como um furacão, bagunçando tudo; lhe fazendo provar cheiros e sensações nunca antes sentidas, proporcionando noites incríveis, lhe deixando meio atordoado, perdendo o foco, a fome, o sono.



Memorial: Direitos Humanos e LGBTs

Hoje é Dia Internacional e Municipal contra a homofobia, 17 de maio. Quando apenas em 1990 a Organização Mundial da Saúde deixou de classificar a variante da sexualidade homossexual como um transtorno mental.  O amor que não se pode dizer o nome, como descreveu Oscar Wilde, já foi pecado mortal, motivo para prisão, doença. Ainda hoje, em mais de 70 países do globo, a homossexualidade é crime, em cerca de cinco destes territórios ainda é passível de pena de morte. Assim como no Holocausto, hoje, há campos de concentração de homossexuais, com trabalhos forçados, tortura e assassinatos.



13 razões para desistir das bees “sem noção”

O Ministério do humor adverte: esse é um texto com altas doses de sarcasmo. Tirem as crianças da sala e qualquer semelhança não é mera coincidência - é intencional “meixmo” (deboche com sotaque carioca). Acontece comigo, acontece com você.
 
Abaixo, segue um pequeno repertório de características e atitudes das bees que são capazes de tudo só para saírem bem na fita e, no final das contas, acabam cag*ndo na própria cabeça. Não há nada de suspense nessa trama: elas se arruínam e a gente só assiste. 



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