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Motivos para NÃO apoiar Bolsonaro

Vamos aos fatos: em 2016, Jair Bolsonaro completará 26 anos ininterruptos como deputado federal.  Até agora, um dos motivos de orgulho para ele na política foi sua atuação contra a aprovação do kit didático anti-homofobia que seria distribuído em seis mil escolas de Ensino Médio, há cinco anos.
 
Mas esse não é o único assunto polêmico que consta em sua biografia:



O segundo armário

A sociedade primeiro nos diz que não deveríamos existir e nos ensina a nos odiar. Depois, fala que podemos sim coexistir, como se para tanto precisasse de alguma autorização, mas nos impõe que devemos ser discretos. Ser divergente em um mundo dominado por preconceitos não é tarefa fácil.
 
O primeiro armário todos nós conhecemos: quando a pessoa se percebe homossexual, ou transexual, ou bissexual, e precisa primeiro entender isso dentro dela para assumir o rótulo que lhe foi descrito cheio de qualidades negativas.



A Preexistência do Espírito

Você sabia que a bíblia revela que o espírito humano já existia, antes de existir a terra? E diga-se de passagem 80% dos crentes desconhecem o que vou dizer! Vamos lá para iniciar precisamos entender que antes do homem ser “macaco ou homem” ele tem um “Espírito” uns chamam isto de “plana” “energia consciente” enfim inúmeros nomes. O que o faz pensar, agir, andar, levantar, sentar, amar, brigar, e até mesmo discordar do que estou escrevendo. Vamos chamar isto que esta por de trás dos músculos, do esqueleto, da carne, do movimento energia e força de “ESPIRITO” como a bíblia ensina.



Indireta para Deus

- Eu tenho tanto medo de morrer que, vezenquando, para ser suportável viver eu assumo que não vou morrer.

- Eu já tô em contagem regressiva.
 
- A gente sempre tá desde que a gente nasceu.
 
- Mas eu, particularmente, já tô com o prazo de validade vencido.
 
- Por que diz isso?
 
- Adivinha.
 
- Doença?
 
- HIV.



Bicha: ser ou não ser, não é a questão (Bicha sim, pero no mucho)

O recente documentário pernambucano Bichas abre a discussão de forma impactante com jovens dizendo que são bichas. O termo, carregado de preconceito, é absorvido por parte da comunidade LGBT como forma libertária de apropriação do significado pejorativo. Há diversas hipóteses para o uso no Brasil da palavra. A mais coerente é que, segundo o livro "Além do Carnaval", do pesquisador James Green, veio do francês, da palavra “biche”, fêmea do veado, também usado por lá no passado para designar as donzelas. Aqui virou sinônimo de rapariga ou puta.



Apesar da crise, podemos rir com essas vagas

Que nosso país passa por uma crise econômica, todos sabemos. Como consequência disso, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho, em 2016, mais de 9 milhões de pessoas estão desempregadas nesse Brasil varonil -o  equivalente à população de Pernambuco.
 
E a coisa fica mais tensa (e também hilária) quando olhamos os classificados e nos deparamos com algumas descrições de vagas que deveriam fazer qualquer funcionário de RH ter vergonha de botar a cara no sol:



Desaquenda 1: Vicky Spanic abre a sua intimidade e conta tudo sobre sua vida drag

Esse é o primeiro texto da coluna Desaquenda, ou melhor, a primeira entrevista. O objetivo deste espaço é dar voz às drag queens curitibanas. A cada 15 dias, vocês conhecerão uma queen nova que carrega o legado de grandes artistas da capital paranaense. Mais do que ouvir suas histórias, queremos fazer um mapeamento sobre o talento performático na noite de Curitiba, provar que a cultura drag é, também, uma arte que merece ser apreciada. Para isso, convidamos a Vicky Spanic, que se apresenta com frequência na Side Caffé, para falar conosco.



Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos

A frase “Charlie, nós aceitamos o amor que achamos que merecemos”, descobri, é parte do livro As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower, 1999) de Stephen Chbosky, que também já virou um filme. Ela surgiu em minha vida em uma discussão sobre vida amorosa e assombra as minhas conversas com a minha melhor amiga, valendo para os dois, sempre. Seria fácil colocá-la como conclusão da discussão “por que aceitamos receber de volta  menos do que merecemos”, mas queria abordar aqui o porquê acreditamos que merecemos menos ou mais.



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