comportamento

Aquele abismo secreto que habita em todos nós

Há uma frase do pensador alemão Friedrich Nietzsche que diz: “Quando você olha para dentro do abismo, ele olha para dentro de você”. Talvez por isso, ocupamos boa parte do nosso tempo nos cercando de certezas e esperanças, e pouco olhamos para o nosso lado obscuro, aquele lugar cheio de dúvidas paralisantes. Ocupamos o tempo e a cabeça evitando olhar para o interior profundo, traumas, ou discutir as nossas questões existenciais.



Anunciada a versão gay 2017, disponível em um aplicativo perto de você

Há alguns anos fizemos uma brincadeira, juntando estereótipos de cada geração para descrever como era a “evolução” dos gays da Antiguidade e das últimas décadas. Mas foi preciso atualizar o último “modelo de gay”, pois as novas gerações estão agindo e se comportando de maneira nova. Lembramos que é um texto de humor. Para acompanhar o texto anterior, "Lançamento do modelo Gay 2009 – em uma boate perto de você", clique aqui.



Alguns tipos de namorados que você deve evitar!

Todos esses tópicos abaixo foram baseados em postagens que pipocam na Rede. E é óbvio que eu também estou nesse barco. Hoje as pessoas andam tão melindradas que preciso sempre me justificar quando vou escrever sobre qualquer assunto. Do contrário, sou alvo de uma tribo de “corajosos virtuais” que surgem com pedras de faz-de-conta, com palavras de baixo calão e julgamentos que me deixam noooites sem pregar os olhos. Sigo me mantendo no estado planta.



10 lições preciosas que a vida me ensinou

Tenho 36 anos e já vivi um pouco. Tive uma vida diferente da maioria das pessoas. Aos 15 anos de idade, me mudei para o Japão, tive contato com diversas culturas e filosofias. Posso dizer que vivi bastante, apesar da jovem idade. Embora a palavra “bastante” para mim conote “suficiente”, sempre quero viver mais, aprender mais. Morei fora outras vezes, viagei bastante, passei por alguns dramas pessoais: sofri, caí e levantei. No caminho, vamos aprendendo lições e delas tiramos proveitos, ou não. Resolvi copilar alguns desses ensinamentos da vida.



Sexolândia: Uma incursão pelo famigerado mundo dos banheirões de Curitiba

Um jornalista percorreu os banheiros mais conhecidos em Curitiba onde tem pegação, além de parques, para ver como anda a famosa pegação em tempos de aplicativos. A constatação é que o perfil dos praticantes mudou, se comparado há 10 anos, e que hoje as pessoas formam grupos e os locais viraram espaços de convivência. A maioria, porém, continua a ser frequentada por enrustidos, pessoas comprometidas e oportunistas a fim de contato sexual sem compromisso.



Sociopatas: Os adoráveis psicopatas sociais soltos por aí

Sabe aquele carinha que você ficou na balada e finge que não te conhece no dia seguinte? Sabe aquele ex namorado que te traiu várias vezes e mentia para você sempre? Sabe aquele amigo que você descobriu ser um falso e que te manipulava? O cara que passa doenças de propósito ou ainda aquele amigo promíscuo que se faz de santo e curte um sexo selvagem no banheirão? Todos estes podem ter algo em comum, eles podem ser psicopatas sociais. Um a cada 25 homens, nos EUA, segundo a autora Dra.



Rapazes de programa: qual o preço do seu sexo?

Se você imaginou que esse artigo fosse meter o pau nos homens que vendem o corpo por dinheiro - se deu mal. A intenção aqui é justamente o oposto: confrontar as nossas atitudes para entendermos, de uma vez por todas, que somos todos farinha do mesmo saco.
 
Meio mundo levanta a bandeira de que jamais faria sexo por dinheiro, por interesse; batem na tecla de que o corpo físico é o seu bem mais precioso... ‘Eu? Imagina, sou uma pessoa íntegra, preferiria morrer’.  Já podemos encomendar os caixões.



Os surtados do Hornet: Tem maluco dando vexame nos aplicativos de pegação

Que pegação de rua já caiu em desuso, todo mundo já sabe: a moda agora é pagar de doido num desses aplicativos de “relacionamento”. Está duvidando? Baixe o Hornet, por exemplo, crie um perfil bacanésimo que não tenha nada a ver com você (que é o que todo mundo faz), invente um personagem surreal com uma história impossível de sustentar e...
 
 ...catapoft!



Viciados em aplicativos gays: dependência ou mudança de padrão?

Historicamente a comunidade gay tem dificuldade em se relacionar sem algum intermediário, seja tecnológico, um espaço físico ou até mesmo alguma instituição. Tudo por conta do preconceito e do fantasma do armário. Dessa forma, os aplicativos de relacionamento entre homens surgiram com muita aceitação e, desde então, viraram febre entre os jovens. Eles são usados desde para relacionamento até para sexo casual.
 
Uma questão levantada, entretanto, é a dependência de muitos gays desses aplicativos.



Desaquenda: Carmem Von Blue desenha e costura as suas próprias roupas

No comecinho de Maio tive o prazer de entrevistar Carmem: misteriosa, elegante e com uma criatividade sem pararelos. Com dons que incluem sua facilidade para desenhar e criar roupas elaboradas foram o que me levaram a entrevistá-la porque, bem, a gente tem que reconhecer e aprender com quem impressiona a gente né, queridxs? E ela certamente faz esse trabalho muito bem. Senhora, senhores e senhorxs, com vocês, a DQueen Carmem Von Blue.




Como é ser gay na terceira idade?

Você já parou para pensar sobre como é viver a homossexualidade aos 60 anos? Um estudo publicado na revista Social Science & Medicine aponta que é bem mais difícil ser gay depois dos 50 anos. Problemas como depressão são comuns e o sentimento de invisibilidade e irrelevância social aumentam. 
 
Essa fase é retratada no filme O amor é estranho, do roteirista brasileiro Maurício Zacharias, de 2014. Na trama, ele mostra como um casal gay de mais de 50 anos sofre um preconceito duplo por resolver se casar depois de quatro décadas juntos.



Apesar da crise, podemos rir com essas vagas

Que nosso país passa por uma crise econômica, todos sabemos. Como consequência disso, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho, em 2016, mais de 9 milhões de pessoas estão desempregadas nesse Brasil varonil -o  equivalente à população de Pernambuco.
 
E a coisa fica mais tensa (e também hilária) quando olhamos os classificados e nos deparamos com algumas descrições de vagas que deveriam fazer qualquer funcionário de RH ter vergonha de botar a cara no sol:



Por que as mulheres hétero amam os gays?

Você já deve ter percebido que mulheres heterossexuais e homens gays geralmente se tem uns aos outros como amigos próximos. Apesar dos discursos comuns, e preconceituosos, de que isso acontece porque os gays se identificam mais como mulher e, assim, falam sobre os mesmos assuntos que elas, pesquisas e livros têm mostrado que essa ideia é uma hipótese facilmente refutável.



As melhores respostas para as piores frases que todos os gays ouvem durante a vida

A Lorelay Fox, uma drag queen babadeira de Sorocaba que ganhou bastante notoriedade depois que integrou o quadro do programa Amor & Sexo, liberou um vídeo no canal do Para Tudo que fala sobre a típica mania dos heterossexuais em tachar os gays de engraçadinhos, como se nos restringíssemos a comediantes de stand up comedy. O discurso de Lorelay rendeu um bom debate na internet e, para dar a nossa contribuição, a Lado A selecionou nove frases que gays estão cansados de ouvir e damos algumas respostas pra elas. Confira:
 
“Você é gay? Gente, eu adoro vocês.



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