comportamento

Sarados & Rejeitados: A cilada do corpo perfeito

Se em algum momento você já foi demitido de um emprego; se alguém resolveu fazer as malas e abandonar uma história que, supostamente, seria para sempre; ou, talvez pessoas do seu convívio se afastaram por divergência de opiniões, familiares lhes deram as costas porque você decidiu ser você mesmo... bem-vindo ao clube dos rejeitados. Fique à vontade. Aceita um café? 
 
Sem açúcar, claro. Porque a dieta deve ser prioridade. O importante é estar em forma, com os gominhos riscando a barriga, vai que o príncipe encantado aparece.



As ditaduras que nós apoiamos e fingimos que não existem

Fala-se muito no perigo de vivermos novamente uma ditadura algum dia no Brasil mas não percebemos que há, em alguma semelhança, mesmo que estejamos em um Estado Democrático, algumas ditaduras que nos impõem. Vivemos como se elas não existissem ou não nos tocassem. Há algumas ditaduras, novamente com o perdão da palavra, que são comuns a todos, como a ditadura do amor: que te impõe a idéia que de precisa de outra pessoa para ser feliz, ou ainda a ditadura da própria felicidade, que é preciso ser feliz e alegre sempre.



Livro narra saga emocional de homens gays que ficaram no armário e se casaram com mulheres

O livro “Coragem de ser – relatos de homens, pais e homossexuais” traz quinze relatos de pais de família homossexuais. O que os liga é o fato de terem filhos, ex mulheres, e terem vivido dentro do armário talvez tempo demais, se é que é possível julgar o tempo de cada um. A dor da revelação, a auto descoberta e os relatos das pressões que os fizeram tentar sufocar as suas verdadeiras essências marcam o livro publicado pela Editora GLS que conta com organização e autoria da psicóloga Vera Morais e do ativista Fabio Paranhos.




Amor & outras drogas - Às vezes a pessoa que a gente tem uma queda acaba nos derrubando...

Tem um filme de chorar super fofo com esse título "Amor & outras drogas" e, apesar da trama abordar sobre amor e medicamentos, o assunto que vou tratar está bem longe de ser algo estrelado pela queridinha Anne Hathaway. A parada aqui também faz chorar sim ..., mas é trash, já vou logo avisando.
 
O roteiro é patético: uma pessoa surge na sua vida como um furacão, bagunçando tudo; lhe fazendo provar cheiros e sensações nunca antes sentidas, proporcionando noites incríveis, lhe deixando meio atordoado, perdendo o foco, a fome, o sono.



13 razões para desistir das bees “sem noção”

O Ministério do humor adverte: esse é um texto com altas doses de sarcasmo. Tirem as crianças da sala e qualquer semelhança não é mera coincidência - é intencional “meixmo” (deboche com sotaque carioca). Acontece comigo, acontece com você.
 
Abaixo, segue um pequeno repertório de características e atitudes das bees que são capazes de tudo só para saírem bem na fita e, no final das contas, acabam cag*ndo na própria cabeça. Não há nada de suspense nessa trama: elas se arruínam e a gente só assiste. 



Você já parou para pensar quanto custa a sua vida sexual?

O prazer é uma dádiva do ser humano. O desejo e a libido fazem parte do que podemos chamar de instinto humano. O sexo, por sua vez, está no hall das maiores experiências que vivemos na vida. Entre camisinha, lubrificante, motel e outros itens que te dão prazer, você já parou para analisar o quanto gasta com a sua vida sexual? A comparação de quanto você gasta para sair conhecer alguém e transar com quanto você gastaria pagando por um garoto de programa, você já fez?



Gays e a saúde mental: o preço do preconceito

Há diversos estudos no mundo todo sobre a relação entre a orientação sexual de uma pessoa e os índices de problemas mentais, como depressão, bipolaridade e suicídio. Entretanto, um novo estudo apresentado na Universidade Nacional da Austrália pontua um aspecto que parece tão óbvio para todos, mas que é ignorado nas conclusões dos maiores estudos mundiais: não há ligação direta entre a orientação sexual de uma pessoa e os problemas mentais que ela sofre. O risco está no ambiente depreciativo a que essas pessoas são submetidas.
 
O estudo do Dr.



O amor e as escolhas certas

Você sai para comprar uma calça jeans, tem consciência de que precisa muito e não há como adiar porque já deixou de ser supérfluo - é uma necessidade. Só que no caminho você se depara com um sapato lindo e fica do outro lado da vitrine namorando: é o modelo da moda, ficaria bem em você; já se vê postando fotos, usando aquela peça incrível numa festa badalada, no casamento da amiga, pensa até no seu casamento.  Aí você insiste e esquece completamente da calça jeans e opta pelo sapato: ‘Sim, vou ficar’.
 
Escolha errada.



O que há de errado com os garotos de Ipanema?

O Morro Dois Irmãos é testemunha:

–  Oi, você conhece esse garoto aqui? (Foto enviada)
–  Não, por quê?
–  Você sabia que ele está passando HIV pra geral?
–  Como assim? Deixa eu entender, ele te passou HIV?
–  Não, claro que não!
–  E como você sabe que ele é soropositivo e está contaminando todo mundo?
–  Um colega me contou...



Aquele abismo secreto que habita em todos nós

Há uma frase do pensador alemão Friedrich Nietzsche que diz: “Quando você olha para dentro do abismo, ele olha para dentro de você”. Talvez por isso, ocupamos boa parte do nosso tempo nos cercando de certezas e esperanças, e pouco olhamos para o nosso lado obscuro, aquele lugar cheio de dúvidas paralisantes. Ocupamos o tempo e a cabeça evitando olhar para o interior profundo, traumas, ou discutir as nossas questões existenciais.



Anunciada a versão gay 2017, disponível em um aplicativo perto de você

Há alguns anos fizemos uma brincadeira, juntando estereótipos de cada geração para descrever como era a “evolução” dos gays da Antiguidade e das últimas décadas. Mas foi preciso atualizar o último “modelo de gay”, pois as novas gerações estão agindo e se comportando de maneira nova. Lembramos que é um texto de humor. Para acompanhar o texto anterior, "Lançamento do modelo Gay 2009 – em uma boate perto de você", clique aqui.



Alguns tipos de namorados que você deve evitar!

Todos esses tópicos abaixo foram baseados em postagens que pipocam na Rede. E é óbvio que eu também estou nesse barco. Hoje as pessoas andam tão melindradas que preciso sempre me justificar quando vou escrever sobre qualquer assunto. Do contrário, sou alvo de uma tribo de “corajosos virtuais” que surgem com pedras de faz-de-conta, com palavras de baixo calão e julgamentos que me deixam noooites sem pregar os olhos. Sigo me mantendo no estado planta.



10 lições preciosas que a vida me ensinou

Tenho 36 anos e já vivi um pouco. Tive uma vida diferente da maioria das pessoas. Aos 15 anos de idade, me mudei para o Japão, tive contato com diversas culturas e filosofias. Posso dizer que vivi bastante, apesar da jovem idade. Embora a palavra “bastante” para mim conote “suficiente”, sempre quero viver mais, aprender mais. Morei fora outras vezes, viagei bastante, passei por alguns dramas pessoais: sofri, caí e levantei. No caminho, vamos aprendendo lições e delas tiramos proveitos, ou não. Resolvi copilar alguns desses ensinamentos da vida.



Sexolândia: Uma incursão pelo famigerado mundo dos banheirões de Curitiba

Um jornalista percorreu os banheiros mais conhecidos em Curitiba onde tem pegação, além de parques, para ver como anda a famosa pegação em tempos de aplicativos. A constatação é que o perfil dos praticantes mudou, se comparado há 10 anos, e que hoje as pessoas formam grupos e os locais viraram espaços de convivência. A maioria, porém, continua a ser frequentada por enrustidos, pessoas comprometidas e oportunistas a fim de contato sexual sem compromisso.



Sociopatas: Os adoráveis psicopatas sociais soltos por aí

Sabe aquele carinha que você ficou na balada e finge que não te conhece no dia seguinte? Sabe aquele ex namorado que te traiu várias vezes e mentia para você sempre? Sabe aquele amigo que você descobriu ser um falso e que te manipulava? O cara que passa doenças de propósito ou ainda aquele amigo promíscuo que se faz de santo e curte um sexo selvagem no banheirão? Todos estes podem ter algo em comum, eles podem ser psicopatas sociais. Um a cada 25 homens, nos EUA, segundo a autora Dra.



Rapazes de programa: qual o preço do seu sexo?

Se você imaginou que esse artigo fosse meter o pau nos homens que vendem o corpo por dinheiro - se deu mal. A intenção aqui é justamente o oposto: confrontar as nossas atitudes para entendermos, de uma vez por todas, que somos todos farinha do mesmo saco.
 
Meio mundo levanta a bandeira de que jamais faria sexo por dinheiro, por interesse; batem na tecla de que o corpo físico é o seu bem mais precioso... ‘Eu? Imagina, sou uma pessoa íntegra, preferiria morrer’.  Já podemos encomendar os caixões.



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