Banheiros de tradicional universidade de São Paulo aparecem pichados com frases homofóbicas

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, foi palco de um ato de vandalismo com mensagens homofóbicas e machistas. As portas e paredes das cabines dos banheiros do prédio de Direito e Engenharia apareceram com dizeres como “Gay não é gente. Fora do Mackenzie” e “Viado e Feminista no Mack não”, além de apoio ao deputado Jair Bolsonaro para presidente, no dia 22 de fevereiro. Alunos e direção se colocaram contrários ao ato.
 
As pichações surgiram depois que um protesto pacífico foi organizado por estudantes que fazem parte do Coletivo LGBT Mackenzista, onde quase vinte alunos desfilaram de mãos dadas no pátio da universidade, em busca de respeito e na luta contra a opressão. “Nenhum LGBT deve ter medo de andar onde quer que seja e demonstrar seu afeto da mesma forma que qualquer pessoa heterossexual ou cisgênera. Além disso, as mãos dadas têm o significado de mantermos a união contra todos os tipos de opressões”, anunciou o coletivo.
 
Em nota, a assessoria de imprensa da Universidade informou que não compactua com qualquer tipo de violência física ou psicológica e que é contra qualquer forma de opressão. Mais além, a universidade “seguirá defendendo seus princípios de respeito e amor ao próximo”. Os responsáveis não foram identificados e não há qualquer informação sobre o início de uma investigação sobre o caso. 
 

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